Quando eu quis ser mãe

Quando eu quis ser mãe

Acho que a maioria das meninas durante a infância se imaginam mães, brincam com suas bonecas como se fossem suas filhinhas! E comigo não era diferente. Eu brincava, dava banho, penteava, dava comidinha, como se um filho fosse somente um passatempo e uma diversão. E na época era! Adorava esperar o natal pra receber bonecas de presente do “Papai Noel” (sim, eu acreditei nele por muito tempo). Normalmente nesta época do ano sempre vinham as maiores bonecas! Ah, que alegria era, ter a casa cheia de “filhas”, e nenhum filho, acho que os meninos deveria ser bem sem graça, porque só queríamos “filhas”.

Acho que este foi o meu primeiro contato com o instinto materno! Logo veio a adolescência e filho pra quê né? Eu tinha uma vida muito boa e badalada pra querer saber de filhos. Aí veio a maturidade, ou pelo menos eu achava que era. E o desejo de ser mãe voltou! Comecei a pensar em ter filhos, mas a minha condição financeira era zero e a emocional já estava abaixo da linha da pobreza! Mas eu me programava mentalmente. E coloquei alguns pontos importantes pra mim antes de ser mãe: terminar a faculdade, ter um emprego estável, uma moradia, um carro e um bom marido! E assim eu fiz! Terminei a faculdade, consegui um bom emprego, uma moradia, mas eu não tinha um marido! E com 26 anos eu ainda tinha esperança de achar um bom homem que poderia ser um bom marido pra mim.

Pois bem, eu achava que isto estava resolvido e bem resolvido pra mim, mas muitas vezes me peguei pensando no porque eu queria ter um filho. E hoje eu vejo que naquela época eu queria uma coisa certa, mas pelos motivos errados. Eu queria um filho pra não me sentir sozinha, pra me sentir amada, pra poder dar todo o amor que eu tinha guardado dentro do meu coração. E eu achei que isso me faria feliz.

E se você que está lendo isso hoje, se identifica com isso, simplesmente pare! Pare enquanto é tempo, um filho pode te trazer alegria, mas se você não buscar a sua alegria interior, nem um filho e nem nada no mundo vai te satisfazer, vai te fazer feliz! Só você pode fazer algo pela sua felicidade!

Leia o próximo post para saber mais sobre a minha decisão de querer /não querer/e querer um filho! Quando eu não quis ser mãe

 

Desabafos de uma mãe – Quando descobri que estava grávida

“À exatamente 1 ano atrás recebi a noticia que ia mudar minha vida, em uma pequena brincadeira fiz um teste de gravidez (por desencargo de consciência😂😂) e então estava o temido positivo. Não acreditava que isso estava acontecendo comigo,  eu desabei, tive medo, chorei por noites, achei que minha vida tinha acabado, mas como em um passe de magica tudo mudou, todo desespero se transformou em amor ❤, e a cada dia eu amava um pouco mais, hoje não consigo transcrever a dimensão desse amor, a cada sorriso eu me pergunto como fui capaz de viver tanto tempo sem conhecer esse amor. Nunca me senti tão plena, e tão realizada como me sinto desde que você nasceu, hoje me olho no espelho e me vejo outra pessoa, me sinto mais segura e mais firme nas minhas decisões, não enxergo apenas o meu mundo, mas hoje vejo primeiro o teu. Filho, você me faz sentir a mulher mais abençoada deste mundo, pois você é meu presente de Deus.”
Texto de A.G mãe aos 29 anos.

 

Planejando a maternidade

Eu sei que esta não é a realidade da maioria das mães, mas é a realidade de algumas. Planejar a maternidade nem sempre é viável, algumas gestações vem sem ao menos esperar ou desejar.
Mas quero escrever para as pessoas, que assim como eu, temos a oportunidade de planejar uma gestação.

Hoje as minhas buscas e consultas, no tempo livre, são sobre tipos de partos, formas de amamentação, amamentação em livre demanda, alimentação, higiene natural, relacionamento saudável e acompanhamento de paginas sobre a maternidade.

Não que com isso eu vá conseguir ser uma mãe perfeita, mas com certeza posso me preparar para o que está por vir. Não ser pega de surpresa, conhecer melhor este mundo que é tão novo e tão recente pra mim.

Quero entender sobre os partos para que eu possa escolher o melhor parto pra mim. Não acredito que exita um parto melhor do que o outro, creio que existe um parto certo para cada tipo de mulher e situação. Hoje estou tendenciada a ter um parto natural. Mas ainda tenho muito o que ler e pensar antes de decidir.

 

Decidi que quero ser mãe! E agora?

O que antes parecia ser tão natural e tão normal hoje é um grande desafio para as mulheres que pensam em ter filho. Antes não haviam muitas mulheres que planejaram ou foram programadas para gerar um filho. Realidade que vem mudando e muito ao longo dos anos.

Eu realmente me enquadro no grupo de mulheres que pensaram, analisaram e decidiram ter um filho. E como foi algo pensado, e diria que muito bem pensado, resolvi me programar para uma maternidade.

Tenho pesquisado muito, lido bastante, acompanhado relatos e novas “tendencias” da maternidade. E a partir disso, resolvi transcrever como minhas pesquisas, desejos e descobertas, este mundo tão grande e desconhecido, pelo menos pra mim, que é uma maternidade.

O que para a pesquisa ou a matéria do site do algum, terá seus créditos devidos, mas além da informação, quero dividir o coração do meu coração e sua opinião.