Alimentação antes da gestação

Pra quem está chegando agora, o objetivo da página é registrar informações sobre a maternidade. Ainda não sou mãe, nem estou tentando engravidar, mas quero me cercar de informações antes de entrar neste mundo da maternidade.

E hoje a minha busca foi pela alimentação. Quando decidi que queria ser mãe (Acompanhe aqui: Decidi que quero ser mãe! E agora?comecei algumas mudanças de hábitos em relação a minha alimentação, emagreci um pouco, comecei atividade física (mas surgiu uma obra no meio do caminho e dei uma pausa), pois percebi que se eu queria engravidar em um futuro não tão distante, afinal, 2021 já está bem aí, eu tinha que me adaptar e me preparar.

O mundo está mudando, e está mudando muito rápido. Abrimos mais embalagens para comer do que cortamos ou descascamos os alimentos, e decidi que quero ser uma pessoa mais saudável e natural, e ter filhos mais saudáveis e naturais (coloquei no plural porque acho bonitinho, mas por enquanto quero só um mesmo).

E nesta busca por informações sobre a maternidade e alimentação, vi que a maioria das mulheres fazem a suplementação de vitaminas, ácido fólico e algumas outros nutrientes. Mas, se tem na natureza e disponível na feira ou no mercado, penso que é melhor comprar lá do que na farmácia.

————ÔMEGA 3————

Um dos itens que fazem parte do cardápio de receitas de suplementação é o ômega 3, que auxilia na produção de prostaglandinas responsáveis pelo controle da pressão sanguínea e da coagulação. Atua no desenvolvimento neurológico e visual do feto e atua na precaução de pré-eclâmpsia e parto prematuro. Vou citar alguns dos seus benefícios – lembrando que estas informações foram feitas a partir de buscas em sites diversos, portanto, qualquer ingestão de alimentos ou suplementação deverá ser conversada com seu médico ou nutricionista, que poderão orientá-la quanto ao melhor método para você!

1. Regulagem de algumas atividades fisiológicas

Esses compostos podem colaborar na função de diversos processos fisiológicos, como na coagulação do sangue, funcionamento dos rins, regulagem da pressão sanguínea, produção de outros hormônios e melhor funcionamento do sistema gastrointestinal.

2. Prevenção de doenças cardíacas

A produção das prostaglandinas também é muito importante para proteger seu corpo contra doenças cardíacas. Ao regular a quantidade destes hormônios, os ácidos graxos do ômega 3 trabalham como um anti-inflamatório protegendo não só o coração, mas também outros órgãos vitais.

3. Equilíbrio das mudanças de humor

Outro benefício do ômega 3 na gravidez é o de melhorar as tão temidas mudanças de humor.

Especialistas afirmam que a dose certa de ômega 3 pode ajudar a prevenir e tratar alguns sintomas das alterações de humor durante a gravidez, como maior irritabilidade e depressão.

4. Prevenção de diversas doenças

O consumo regular de ômega 3 pode ainda ajudar a futura mamãe a evitar um grande número de doenças, principalmente as relacionadas a inflamação e ação dos radicais livres.

Artrite, doenças gastrointestinais e até o câncer podem ser evitados graças às ações anti-inflamatórias dos ácidos graxos da família ômega 3.

5. Melhor desenvolvimento do bebê

O ômega 3 já foi associado em diversas pesquisas ao desenvolvimento neurológico e óptico do bebê. Os ácidos graxos EPA e DHA, ambos da família do ômega 3, foram relacionados com o desenvolvimento saudável das funções cognitivas e visuais do bebê desde a barriga até os 6 meses de idade.

6. Impacto positivo na saúde da gestante

Outro benefício que os ácidos graxos EPA e DHA podem proporcionar na gestante é a prevenção do parto prematuro e de alguns problemas durante o parto.

Além disso, diminui os riscos de epilepsia na gestante e pode auxiliar no ganho de peso saudável do bebê. A deficiência de ômega 3 na gravidez pode gerar depressão e alterações de humor pós-parto.

Alimentos ricos em ômega 3: peixes de água fria, sardinha, arenque, salmão, atum, sementes de chia e linhaça, nozes.

————VITAMINA E————

Na minha busca encontrei uma informação divina: Vitamina E para evitar estrias. Quem quer ficar com um mapa hidrográfico na barriga depois que o bebe nascer? Eu não, obrigada!

A vitamina E, chamada tecnicamente de tocoferol, é uma das vitaminas lipossolúveis (que dependem de gordura para absorção) necessárias para o bom funcionamento do organismo. Essa vitamina possui potente ação antioxidante, conferindo proteção à membrana que reveste as células do corpo e também para as lipoproteínas, que são responsáveis por transportar o colesterol no sangue, dessa forma previne a oxidação causada pelos radicais livres, que podem levar a formação das placas de ateroma, que obstruem a passagem de sangue nas artérias.

Benefícios da vitamina E:

  • Pode ajudar na melhora da fertilidade;
  • Pode contribuir para o controle do LDL (considerado o “mau” colesterol quando elevado);
  • Tem propriedade anti-inflamatória;
  • Pode melhorar a capacidade cognitiva;
  • Contribui para proteção do cérebro;
  • Rejuvenescimento e cicatrização da pele;
  • Destaca-se o efeito antioxidante por ser considerado um dos melhores para controle dos radicais livres.

Alimentos ricos em vitamina E: brócolis, espinafre, couve, tomates, pimentões, aspargos, azeite de dendê, amendoim, semente de girassol, amêndoas, abacate.

Agora a dica pra vida: Combinar alimentos ricos em ômega 3, com comidas ricas em vitamina E é uma boa ideia, isto porque estes ácidos graxos oxidam com muita facilidade, perdendo as suas propriedades.

Então, para aproveitar todos os nutrientes do ômega 3, é só combinar o peixe com o azeite de dendê, resultado: moqueca baiana!

27/10/2016. Crédito: Jhonatan Vieira/Esp.CB/D.A Press. Brasil. Brasília – DF. Gastronomia. Moqueca de peixe e frutos do mar com farofa no restaurante Manzuá, no Lago Sul.

 

Os riscos de uma gravidez com DIU

Os riscos de uma gravidez com DIU

As chances de engravidar com DIU  são pequenas. Entre todos os métodos de contracepção, é o que apresenta menor taxa de falha, algo em torno de 0,2% ao ano. Mas ainda assim, muitas mulheres relatam engravidar com DIU. Os riscos e cuidados de uma gravidez com DIU são muitos é sobre eles que falaremos a seguir.

Há várias opções que podem ser utilizadas a fim de evitar uma gravidez. Um dos métodos mais eficazes é o dispositivo intra-uterino ou DIU.

Antes de optar pelo uso do DIU você deve considerar os riscos de engravidar, mesmo fazendo uso do método a algum tempo. As complicações que podem surgir ao engravidar com  DIU não devem ser ignoradas.

Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

Como identificar a gravidez com DIU

Os sintomas de uma gravidez com DIU são semelhantes a qualquer outra gestação e incluem:

  • Náuseas frequentes, especialmente após acordar;
  • Aumento da sensibilidade nas mamas;
  • Surgimento de cólicas e inchaço da barriga;
  • Aumento da vontade para urinar;
  • Cansaço excessivo;
  • Alterações de humor repentinas.

No entanto, o atraso de mesnturação, que é um dos sinais mais clássicos, só acontece nos casos do DIU de cobre, pois no DIU que libera hormônios a mulher não tem a menstruação e, por isso, não existe atraso na menstruação.

Em alguns casos, porém, a mulher que tem um DIU hormonal, como Mirena ou Jaydess, pode ter um corrimento rosado, que pode ser um dos primeiros sinais de gravidez.

Desabafos de uma mãe – Quando descobri que estava grávida

É possível engravidar com DIU

Embora as chances sejam pequenas, ainda assim elas existem. O risco aumenta quando o dispositivo se encontra fora de lugar.

Para diminuir as chances de falha do DIU, o recomendado é que de 30 a 60 dias após sua colocação, seja feito um ultrassom a fim de verificar sua posição. No prazo de 6 meses um novo ultrassom deve ser feito para verificar se o DIU não se moveu de forma a permitir uma gravidez. A partir daí as consultas preventivas são anuais. O DIU de Cobre tem uma vida útil de até 10 anos, já o DIU Hormonal ou DIU Medicado de até 5 anos.

Quem não deve usar DIU

O DIU não é recomendado para mulheres que já tiveram doenças sexualmente transmissíveis com certa frequência, pois o risco de infecção aumenta consideravelmente, e também para mulheres que já apresentaram infecção tubária ( nas trompas).

O DIU de cobre não deve ser colocado por mulheres que utilizem medicação anticoagulante ou que apresentem histórico importante de hemorragia.

Mulheres com miomas devem ser alertadas sobre as chances aumentadas do DIU ser expulso do ambiente uterino.

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

Aborto ao engravidar com DIU

O risco de ter um aborto espontâneo aumenta muito quando você engravida com um DIU, e mesmo depois que você retira o dispositivo, os riscos de que um aborto aconteça continuam altos.  Para começar, as chances de um aborto espontâneo com DIU são elevadas, além de hemorragia e descolamento de placenta. Nascimentos prematuros  também ocorrem com frequência em gestações com DIU. Algumas dessas complicações podem estar relacionadas com infecções uterinas. Infecções uterinas  são mais frequentes em mulheres que utilizam DIU.

Outro risco a ser considerado é a gravidez tubária ou gravidez ectópica. Esta é uma complicação grave. Os resultados da gravidez são geralmente adversos, grande parte das mulheres que engravidam com DIU não apresentam qualquer dificuldade ou problema, mas são riscos importantes que devem ser considerados.

A gravidez ectópica ocorre quando o óvulo fica alojado nas trompas de falópio ao invés de ficar no útero,  e por isso esse tipo de gravidez é também chamada de tubária.

Mulheres que engravidaram com DIU tem um maior risco de ter este tipo de gravidez, que pode inclusive levar à morte

É importante que um médico monitore de perto uma gravidez que ocorreu com DIU, mesmo depois da retirada, para que diminua ao máximo o risco de um aborto.

Seu filho pode ajudar em casa!

Parto prematuro em mulheres que engravidaram com DIU

Existe também o risco de que seu bebê nasça prematuro caso tenha engravidado com DIU, pois existe um maior risco de que a bolsa amniótica se rompa, e o bebê pode vir ao mundo já a partir dos 5 meses de gestação.

Um estudo recente foi realizado entre as mulheres que utilizavam DIU ao engravidar e descobriu-se que 56% dessas mulheres tiveram partos prematuros.  Já 16% dessas mesmas mulheres, sofreram aborto espontâneo após o primeiro trimestre. A incidência de isso acontecer em gestações normais é de apenas 1%.

E os números não param por aí, 5% das gravidezes com  DIU eram ectópicas, o que significa que o bebê foi implantado fora do útero, normalmente nas trompas. O estudo também mostrou que o percentual de abortos apresentou-se menor quando o DIU foi removido imediatamente após a gravidez ser confirmada. Assim, se você descobrir que está grávida, apesar de ter um DIU, o ideal é consultar seu médico o quanto antes para avaliar se é possível realizar a retirada do dispositivo.

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Remoção do DIU durante gravidez

Sim, é possível a remoção do DIU assim que você perceber que está grávida, lembrando que os sintomas da gravidez com o dispositivo intrauterino são os mesmos que a gravidez comum.

A remoção do DIU é simples se feita nas primeiras semanas de gestação. Recomenda-se que a retirada seja feita o quanto antes para impedir que o DIU consiga se aderir ainda mais ao útero ou mesmo que se perca dentro do ambiente uterino, impossibilitando assim sua retirada e aumentando as chances de complicações. Quanto mais tempo de gestação , maior é o risco de aborto em decorrência do procedimento de retirada o DIU. O recomendável é que a remoção seja realizada com até 12 semanas de gestação, pois, após isso, o risco de ter um aborto espontâneo aumenta muito.

Consulte um médico para saber se é possível fazer a extração do DIU, pois dependendo do posicionamento dele pode haver dificuldade para remover.

O DIU é, portanto, um excelente método contraceptivo, com quase 100% de eficácia, mas existem casos de gravidez mesmo utilizando ele, então é preciso ter cuidado.

Não deixe de consultar seu médico caso esteja desconfiada de uma possível gravidez, pois ele será a melhor pessoa para te orientar neste momento.

Fonte: maeaflordapele.com, gestacaobebe.com.br, tuasaude.com

Ajustando o peso, benefícios da caminhada

Depois de ter decidido ser mãe, leia aqui, e ter inserido o método contraceptivo que mais se adaptou ao meu corpo, acompanhe aqui! 

Foi a vez de me preocupar com o meu corpo. Ao mudarmos de cidade, abrimos uma hamburgueria artesanal, o que me rendeu uns 10kg a mais. Eu estava um pouco incomodada com o excesso de peso, mas nada que me incomodasse tanto a ponto de querer mudar. As vezes dava uma controlada na alimentação, mas nada que fizesse uma diferença significativa na balança.

Uma das mudanças que acredito ter feito uma grande diferença foi a prática regular de caminhada ao ar livre. Procuro praticar diariamente, mas como nem sempre é possível, coloquei como meta mínima 3 vezes por semana.

Benefícios da caminhada: A caminhada possui diversos benefícios e varia de acordo com a saúde de cada um, mas dificilmente a caminhada não vai se adaptar a realidade de alguém. Pode ser feita em qualquer idade e em qualquer lugar, seja na rua, no parque, na praia, na academia, no bosque, em qualquer lugar que você se sinta segura. Vou citar algumas das vantagens da caminhada:

  • Redução do inchaço nas pernas e tornozelos;
  • Prevenção da obesidade, reduz colesterol e ajuda a perder peso;
  • Melhora da circulação sanguínea, reduzindo o risco de contrair doenças cardíacas, evita o surgimento de varizes;
  • Fortalecimento de todos os músculos do corpo, melhora resistência cardiorrespiratória;
  • Melhora da postura corporal;
  • Melhora da ansiedade, depressão, estresse e aumenta a sensação de bem estar;
  • Prevenção de complicações como infartos, diabetes e hipertensão;
  • Melhora a qualidade do sono.

A caminhada é um exercício leve que te tira da zona de conforto e do sedentarismo, mas é preciso ter alguns cuidados na hora de praticar o exercício:

  • Evitar os horário entre 10h00 e 15h00, normalmente este horário o sol está muito forte, e pode acabar sendo mais prejudicial do que benéfico;
  • Utilizar roupas leves, calçado confortável, filtro solar, óculos escuros e chapéu ou boné;
  • Beber água, 250ml a cada hora caminhada;
  • Fazer exercícios de alongamento antes e depois da caminhada, para evitar cãimbras e ativar a circulação.

Estes cuidados na caminhada ajudam a prevenir problemas de saúde, como lesões, desidratação, insolação ou queimaduras solares.

Para quem quer um treinamento mais intenso e focado e não gosta de academia, aqui tem um programa que pode te ajudar!

Conheça o método que fará você ficar em forma e emagrecer com saúde no conforto da sua casa.

Corpo D21 é um programa de emagrecimento prático e saudável, elaborado especialmente para quem não tem tempo para treinar. No curso online, as alunas têm acesso ao conteúdo das aulas e às dicas desenvolvidas pela fisioterapeuta Olívia Andriolo com o apoio de uma equipe multidisciplinar composta por educadores físicos e nutricionistas. Com esse método, você irá definir seu corpo, recuperar a autoestima e melhorar a sua qualidade de vida

Quando tentamos algo sozinha e não conseguimos ver resultados, percebemos que é hora de procurar ajuda! Eu nunca fui fã de academia, já tentei frequentar algumas vezes, mas nunca fui por mais que 2 meses seguidos. Fiz algumas aulas de zumba, bicicleta, treinamento funcional, jump, mas nada que tenha realmente me prendido de forma prazerosa. Com este programa, você pode fazer os seus exercícios e atividades em casa, pode ajustar o seu horário e a sua rotina.

 

 

Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

 

Antes de terminar a saga pra decidir se queria ou não ser mãe, acompanhe aqui: Quando eu quis ser mãe , eu resolvi usar o DIU de Mirena como método contraceptivo, porque evitar uma gestação não planejada faz parte do preparo para receber bem a concepção de um filho, e poder ter uma gestação tranquila. Mas por mais simples que pareça optar por este método, não foi uma coisa fácil!

Quando eu era adolescente, eu tinha sérios problemas com a bendita cólica, fluxo intenso e ovários policísticos. Então, desde cedo comecei a usar pílula anticoncepcional. Hoje acho um absurdo médicos que receitam pílulas a torto e a direita para pacientes jovens e adolescentes sem o menor critério! Imagina para uma garota com seus 14 anos vendo a possibilidade de tomar um comprimidinho por dia e não ter uma amostra do parto mensalmente? Topo na hora, até até dois se precisar…rs E tomei, por muitos anos! As vezes dava uma pausa por conta própria, mas no total foram aproximadamente uns 10 anos tomando. Como eu não tinha acesso a plano de saúde, ia no SUS e quando eu perguntava sobre outros métodos, sempre me falavam que a pilula era o melhor método pra mim. Quando eu comecei a pagar plano de saúde, a primeira coisa que fiz foi procurar um ginecologista pra poder discutir “dignamente” a saúde íntima. Hahahaha é, foi uma piada de péssimo gosto, eu achava que o tratamento seria diferente, mas não foi. Eu sempre achei que o DIU seria a solução dos meus problemas, não precisaria ficar tomando comprimidos diariamente, teria a possibilidade de parar de menstruar – sem menstruação = sem cólica – e poderia ficar tranquila por 5 anos!

Uma das coisas que me fizeram optar pelo uso do DIU, foi a sua duração, que pra mim seria o prazo pra eu ter uma decisão definitiva em relação a maternidade, pois, ou eu tentaria engravidar quando tirasse, ou colocaria outro e não teria filhos.

Só que nenhum dos médicos que eu consultei eram a favor do DIU. Um disse que o método era falho ( e qual não é?), outro que não colocava em nulípara (mulher que nunca teve filhos), outro que não colocava em consultório, outro que colocou medo ao invés de colocar o DIU…. E assim foi. Por fim resolvi ficar com uma ginecologista que não era a favor do DIU, mas pelo menos eu gostava do atendimento dela! Uns 5 anos depois eu mudei de cidade e mudei de médico, a primeira que eu consultei, não gostei muito do atendimento e ela já foi descartando a colocação do DIU. O segundo médico que consultei, quando eu falei do meu interesse pelo método, ele disse que esta seria a melhor escolha, que se ele fosse mulher, certamente ele teria um DIU! Então a partir dai já fomos logo para os exames de colocação.

Os motivos que me levaram a escolher o DIU foram:

  • Menstruação: em alguns casos o uso do DIU suspende por completo a menstruação ou pelo menos reduz o fluxo. No meu caso reduziu consideravelmente.
  • Cólica menstrual: eu tinha cólicas fortíssimas, de melhorar apenas com medicação intravenosa, hoje sinto uma colicazinha chata, que normalmente passa com uma medicação leve, mas eu até evito, não gosto muito de tomar remédios.
  • Método contraceptivo: afinal, é pra isso que ele serve né? Mas entre os outros métodos disponíveis, ele é um dos mais seguros. Nenhum método é 100%, mas este é o que eu acho mais confiável, menos de 1 em cada 100 mulheres engravida no uso habitual. Fiz uma pesquisa em alguns grupos que participo, e apenas duas engravidaram usando o DIU, e ambas engravidaram antes dos seis primeiros meses de uso, que é o período de adaptação.
  • Periodicidade: a durabilidade do Mirena é de 5 anos, ou seja, posso passar 5 anos sem me preocupar. Este foi um ponto muito importante pra mim, pois a pilula tinha que tomar diariamente, injeção uma vez por mês, ou a cada três meses, e eu não gosto de agulhas. O de cobre dura 10 anos, mas aumenta cólica e fluxo, não é regra, mas como eu sou sortuda certamente aumentaria!
  • Hormônios: tem uma baixa dose hormonal, são liberados no útero, com ação predominantemente local, garantindo a eficácia contraceptiva, e diminuindo o risco de uma trombose, não contém estrogênio;
  • Peso: geralmente não interfere no peso, depois que eu coloquei o DIU, fiz algumas mudanças alimentares que culminou na redução de peso, então não posso atribuir ao contraceptivo;
  • Gravidez: após a retirada, a fertilidade é restabelecida, sendo possível engravidar normalmente;
  • Custo – Benefício: no meu caso o plano de saúde cobriu a colocação e o produto, então financeiramente falando saiu super barato, pois quase não tenho mais gastos com absorventes, protetores diários, e remédios para cólica.
  • Saúde: o fato de tirar a pílula, acredito que tive um ganho de saúde, pois pelo menos um hormônio parou de circular na minha corrente sanguínea, e reduzi muito o uso de anti-inflamatórios;
  • Colocação: é colocado no útero pelo seu médico ginecologista em uma consulta de rotina e você volta para casa logo após o procedimento, senti uma dor absurda, mas foi uma dor rápida! Algumas mulheres precisam de anestesia local para a inserção, ainda bem que este não foi o meu caso. Senti uma dor forte, mas foi rápida. Tomei remédio pra dor antes e depois de colocar, cheguei em casa, dormi um pouco e acordei praticamente sem dor.

Não estou aqui recomendando método contraceptivo pra ninguém, estou relatando os motivos que me levaram a escolher este método. Cada mulher tem que conhecer o seu corpo e analisar as suas opções para fazer uma escolha bem feita. Converse com seu médico, procure mulheres que tiveram experiências boas e ruins com cada método, se informe. Informação é tudo! Tenha sempre em mente que cada método tem suas vantagens e desvantagens, cada você analisar todos os prós e contras e sempre conversar com o seu médico. Temos experiencia com um ou outro método, mas o médico estudou pra isso e tem o conhecimento técnico das ações dos anticoncepcionais no organismo.

Então, feliz e contente com a minha decisão de colocar o DIU, fiquei despreocupada com cólica, menstruação e gestação! Lembrando que se você quer ter mais certeza quanto ao método para não engravidar, o ideal é combinar dois métodos, camisinha + anticoncepcional. Ah, e DIU é apenas um método contraceptivo, não impede Doenças Sexualmente Transmissíveis, então esteja sempre atenta ao seu parceiro e de preferência opte pela camisinha em todas as relações sexuais – Este é o conselho de todos os ginecologistas e acho válido levar em consideração!

Depois do método contraceptivo inserido com sucesso, foi a vez de preparar o corpo para futuramente receber uma gestação. Aguarde o próximo post que estará disponível na próxima terça!