Agosto Dourado – Aleitamento Materno

No mês de agosto era comemorada a semana do aleitamento materno, mas acredito que dada a importância do assunto, expandiram a comemoração para o mês inteiro. E hoje é conhecido como Agosto Dourado! A cor deste mês não poderia ser melhor, afinal, o leite materno para as crianças valem ouro! O slogan deste ano é “Amamentação é a base da vida“.

E se você está amamentando ou conhece alguém que esteja, pode contar com a ajuda deste e-book na sua jornada:

E-book Uma Boa Amamentação
 Sua visão sobre amamentação mudará depois de ler este E-book.

Indicado para mamães de primeira e segunda viagem.

– Como amamentar da maneira correta?
– Como não prejudicar o bebê?
– Dor na hora de amamentar?
– Extravasamento do Leite?
– Obstrução dos ductos?

Essas e outras questões serão abordadas no
E-book Uma Boa Amamentação.

A campanha do Ministério da Saúde em prol do aleitamento materno é para incentivar o aleitamento exclusivo até os seis meses de vida, bem como a sua doação, que é distribuída aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso. Dependendo do peso do prematuro, 1 ml de leite é suficiente para nutri-lo cada vez que for alimentado.

Para mais informações sobre a doação, acesse o site do Ministério da Saúde:

http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-da-crianca/aleitamento-materno/doacao-de-leite-materno

Como é um mês dedicado ao aleitamento, as cidades, grupos, governo e mães, se mobilizam para a conscientização do aleitamento materno. Não só a sua importância é divulgada, mas também técnicas e métodos de amamentação. Quem já amamentou sabe que esta não é uma tarefa fácil.

Amamentar pode ser cansativo, exaustivo, desgastante e até enlouquecedor (eu digo pode ser, pois ainda não passei por isso, são constatações a partir de relatos de algumas mães). E existem algumas técnicas e métodos que podem auxiliar as mamães nesta fase. E neste período se intensificam as informações sobre a amamentação.

Procure na sua cidade os postos de saúde ou casas de apoio. Hoje com a humanização dos partos, existem muitas doulas e enfermeiras obstetras que fazem palestras, muitas delas gratuitas, para auxiliar as mães que desejam amamentar  tem dúvidas, medos, insegurança.

O interessante é que toda a família participe e se conscientize que o aleitamento materno é a melhor escolha para a mãe e para o bebê. Amamentar melhora a relação entre mãe e filho, ajuda na recuperação do parto, aumenta a resistência e imunidade da criança.

Muitas pessoas ainda nutrem o mito de leite fraco, que não sustenta, que a criança está com fome. O maior problema que eu vejo, é que normalmente as mães acabam ficando muito sobrecarregadas ao cuidar de um bebê, da casa, da roupa, da comida. Então acaba sendo mais fácil alguém falar pra essa mãe complementar com fórmula, do que se oferecer para limpar uma casa, fazer uma comida ou lavar uma roupa e deixar esta mãe amamentar em livre demanda.

Os pais tem que conversar a respeito da rotina da casa, afazeres domésticos, e principalmente, se for o caso, informar ao restante da família a decisão de aleitamento exclusivo. É importante que as pessoas que convivem com a mãe e o bebê, entendam e respeitem isso, para evitar palpites desnecessários. As vezes a mãe está com dificuldades para amamentar e precisa apenas de uma orientação para melhor a pega, mas se tem alguém buzinando na sua orelha que dar fórmula é mais fácil, no desespero ela pode acabar cedendo e não completando o aleitamento exclusivo.

Eu já estou começando a ensaiar a minha cara de alface pra caso alguém me incentive a dar fórmula para o meu filho.

Mas é isso, a amamentação não é uma tarefa fácil, mas certamente é bem gratificante. Sempre fui encantada com a possibilidade de produzir um alimento que vai sustentar, nutrir, dar resistência e imunidade para o meu filho. Pra mim, é uma das mágicas da maternidade!

No link abaixo, extraído do site do Ministério da Saúde, tem algumas recomendações e orientações em relação ao aleitamento materno. Sempre busque a informação de fontes seguras. Não sou médica, nem da área da saúde, mas no intuito de orientar a maior quantidade de pessoas, coloquei o site que eu acredito ser o mais confiável, se tratando de saúde!

http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-da-crianca/aleitamento-materno

Ah, e pais, vocês não podem amamentar, mas podem auxiliar em todo o processo: pegar bebê, colocar pra arrotar, devolver para o berço, levar água para a mãe enquanto amamenta, deixá-la confortável.

Programação do Agosto Dourado na Prefeitura de Araras:

http://araras.sp.gov.br/noticias/20552

Em Araras/SP podemos contar com o Espaço MAMA idealizado pela Enfermeira, consultora em amamentação e doula, Lilian Peripato

https://www.facebook.com/EspacoMAMA/

E a sua amamentação? Como foi? Como está sendo? Compartilhe sua experiencia. Multiplicando informações e experiencias podemos formar uma rede de apoio e de amor. Deixe seu comentário, envie um email, comunique-se!

Higiene natural: mães decidem não colocar fraldas nos bebês

Quando comecei a pesquisar sobre a maternidade achei este tópico bem interessante: conhecer os sinais do bebe para saber em que momento ele faz as suas necessidades. E fiquei pensando nos bebes que já passaram pelo meu caminho: em sua grande maioria, a mãe sabe quando o filho está querendo fazer xixi ou coco. É comum ouvir: tá com cara de quem vai fazer coco. Sendo assim, comecei a imaginar o quão desconfortável deve ser fazer coco em uma fralda, aquela coisa saindo e espalhando no seu bumbum, fazer xixi e ficar úmido ou até mesmo molhado, dependendo da qualidade da fralda. É achei bem higiênico este método.

Abaixo tem uma reportagem extraída do site R7 que explica o funcionamento do método.

“A quantidade de fraldas descartáveis que o bebê vai usar é uma das preocupações dos pais na hora do enxoval. Mas, para algumas famílias, esta passa longe de ser uma questão no momento da chegada do novo membro. Adeptas da higiene natural, elas optam por deixar os bebês à vontade e sem a fralda, e levá-los ao banheiro quando necessário.

Pode parecer estranho, mas não se trata de ensinar um recém-nascido a reconhecer e controlar a vontade de fazer xixi e cocô. O sucesso da higiene natural depende inteiramente da percepção e do empenho dos cuidadores do bebê.

Fernanda Paz é consultora do método e o utilizou com a filha, Serena. Para que desse certo, ela aprendeu a observar os sinais de evacuação do bebê.

— Estes sinais são únicos. Cada bebê tem o seu e conforme a família vai praticando o método, eles vão desenvolvendo a própria maneira de se comunicar. Mas é claro que existem os sinais universais, como a velha carinha de cocô e a forcinha.

De acordo com Fernanda, a questão é simples, pois o bebê dá mesmo esses indícios de que quer fazer algo. Ao perceber que ele está prestes a fazer xixi ou cocô, os cuidadores devem segurá-lo no colo e posicionar sobre o vaso sanitário, penico ou qualquer recipiente apropriado. Em seguida, basta limpar a criança e vesti-la novamente.

A consultora afirma que o assunto ainda é tabu entre muita gente, mas que cada vez mais famílias adotam o método.

— As vantagens são, além da economia para os pais, que passam a gastar muito menos com fraldas, mais bem estar para o bebê, que não é obrigado a evacuar em si mesmo, nem a ficar em contato com as próprias fezes e urina. Isso evita assaduras, dermatites, alergias e fungos.

Fernanda ressalta também a responsabilidade ambiental dos pais, já que a fralda descartável leva pelo menos quatro séculos para se decompor na natureza, enquanto a de pano gasta muitos litros de água para ficar limpa. Além disso, a consultora afirma que o método ajuda a regular o intestino do bebê.

A empresária Ana Paula Delgado adotou a higiene natural com a filha, Cristal, pouco depois do nascimento dela. Quando Cristal era recém-nascida, a mãe não sentiu segurança para colocá-la próxima ao vaso sanitário para fazer as necessidades por ser ainda muito pequena, mas quando a bebê tinha aproximadamente três meses, Ana Paula começou a tentar.

— Eu coloquei esse objetivo para mim como algo muito natural, achava que não poderia ser um motivo de preocupação ou de estresse, tinha que ser legal. E eu simplesmente me permiti. Então o processo de adaptação foi normal, foi natural, eu não forçava situações, eu sentia os meus limites.

Ela evitou começar a higiene natural no inverno para não deixar a filha sem calça no frio, e não tirou as fraldas da bebê de uma hora para a outra. O processo aconteceu de maneira gradativa, e quando Ana sentia que havia o risco de perder os sinais de xixi e cocô da filha, como em um passeio na rua ou recebendo visitas em casa, colocava fralda de pano. Nos momentos em que estava muito cansada ou cheia de preocupações, também preferia deixar Cristal de fralda a ter mais esse assunto para cuidar.”

Por: Nathalia Ilovatte, do R7

 Entenda o método

Para que possamos entender melhor as vantagens e limitações da prática, vamos fazer algumas considerações a respeito dessa abordagem.

O mais importante é aprender a observar o bebê, pelo menos meia hora por dia, deixando-o sem roupa, deitado sobre uma toalha, enquanto tenta captar sinais que ele pode transmitir antes de fazer xixi ou coco. Esses sinais podem ser: mudar de estar calmo a agitado (quando nos braços), ficar quieto e com olhar fixo ou soltar pum (quando quer fazer cocô), fazer uma careta, respirar mais fundo ou bocejar, estremecer, se contorcer, empurrar com as pernas, espernear.

Após essa fase que é só de observação, a qualquer momento que você identificar uma eliminação, faça um “som chave” (psssss, shhhhh, brrrr) ou diga xixi, para que, com o tempo, ele associe o som ao ato e que consiga relaxar quando for levado ao penico.

Uma forma para ter sucesso é aproveitar logo que o bebê acordar, tirar as fraldas dele e colocá-lo no pinico ou no balde (equipamentos recomendados), fazendo o “som chave”. Ou então, logo após a mamada, retirar a fralda e segurar o bebê sobre o pinico ou balde para uma evacuação.

E ai? O que vocês acharam do método? Usam ou pensam em usar nos bebes de vocês? Aqui tem um troninho lindo para os pequenos