Consulta com obstetra

Marido lindo que eu amo e que será um ótimo pai!Ontem fomos a primeira consulta com obstetra! E o meu placar aumentou: Akelly 5 x 0 frustração. Como eu havia feito todos os exames de prevenção recentemente, já levei todos para a obstetra avaliar. Eu já sabia que estavam todos ok, mas como era o meu primeiro contato com ela, ela também precisava saber que está tudo bem. Acompanhe aqui a ansiedade da consulta!

Chegamos ao consultório, já mostrei todos os exames e falei que estávamos querendo engravidar. Pelos exames ela disse que estava tudo bem, e que poderíamos começar a tentar quando quiséssemos. Como eu tenho o DIU, perguntei se de alguma forma afetaria a minha fertilização. E ela disse que na semana seguinte após a retirada eu já poderia engravidar, que a fertilidade se restabelece assim que o DIU é retirado.

Expliquei pra ela que meu intuito com aquela consulta era conhecê-la. Saber o posicionamento dela sobre os tipos de parto, pra eu poder decidir com qual obstetra eu daria continuidade.

De cara eu já gostei dela. Ela foi bem enfática em dizer que o importante para ela é que a vontade da mãe fosse respeitada, desde que não colocasse em risco a vida da mãe ou do bebê. Como eu já falei da minha preferência pelo parto natural, ela já foi falando que podemos trabalhar o períneo para facilitar o parto, de atividades que ajudam o corpo a se preparar para o parto natural.

Perguntamos sobre os exames, se seria necessário algum exame complementar meu, ou algum do meu marido antes de iniciar as tentativas de gestação. Como eu já havia lido em alguns lugares que o pai da criança precisaria fazer alguns exames, tomar ácido fólico, tiramos todas essas dúvidas com ela. E ela nos esclareceu que os exames de rotina que eu já havia feito eram suficientes por enquanto, e que havia sim o pré-natal do homem, mas que este é feito apenas depois da gestação. Que por hora os exames de rotina são suficientes. Não levamos os exames do meu marido, mas como ele fez exames de rotina e está tudo bem, ela não viu necessidade de fazer qualquer tipo de exame agora.

Entramos no assunto de alimentação/suplementação vitamínica. Na página tem alguns posts sobre alimentação. Acesse aqui e aqui. As informações foram básicas e suficientes: comer frutas, verduras e legumes, evitar doces, embutidos, gordura e sal. Especialmente tomar cuidado com doce e sal, por causa do risco de pressão alta e diabetes gestacional. Uma coisa que ela falou que eu não sabia foi a questão da proteína. Ingerir bastante proteína, e eu como uma boa carnívora já fui perguntando sobre a carne mal passada. E pra minha surpresa ela disse que está liberada! Ah, e o sushi? Esse não! Depois da gestação, ela não recomenda a ingestão de peixe cru. Café? Melhor reduzir a quantidade! Essas orientações são basicamente orientações para a vida! Só o peixe cru que fica de lado durante a fase gestacional. Em relação a suplementação ela receitou o ácido fólico por um período de 6 meses antes da gestação, mas deixou bem claro que se eu quisesse tirar o DIU naquele momento, não seria um problema se eu engravidasse sem tomar o ácido fólico com toda essa antecedência, pois eu continuaria tomando durante a gestação. E que se eu ainda ficasse com muitas dúvidas durante a gestação ela me encaminharia para uma nutricionista durante a gestação. Coisa que certamente eu vou querer.

E a retirada do DIU? Eu quando fui colocar o DIU, (Prevenindo a gravidez com o DIU) só me preocupei em saber como seria para pôr, não me interessei em saber como seria para retirar. Ele já estaria lá e uma hora teria que sair. Mas ela me tranquilizou dizendo que para retirar é mais fácil e menos dolorido do que para colocar. Que o melhor momento para retirar o DIU é quando há sangramento menstrual, pois o útero não está contraído, mas que se eu quisesse poderíamos tirar imediatamente. Quando ela falou isso, dei uma olhada de rabo de olho pro maridão, e perguntei: vamos? Ele: Agora? Não amor, nós não combinamos só no final do ano?

Esta é a vantagem de ser casada com um pessoa que tem o “pé no chão”…rs Ainda temos umas continhas pra pagar antes de engravidar. Sabemos que podemos demorar até 1 ano para engravidar, mas vai que vem em um mês? Eu não ficaria tranquila querendo comprar coisas pro bebê sabendo que a grana está curta. Eu estou me preparando e me programando pra isso, não dá pra deixar tudo o que planejamos de lado já na reta final.

Perguntei sobre exercícios físicos, – Ajustando o peso – atualmente a minha atividade física é zumba. A única atividade que eu realmente gosto. Ela esclareceu que a principio não tenho com o que me preocupar, que o que vai determinar se posso ou não fazer atividades físicas vai ser a gestação, e não temos como prever como será, que a única atividade que ela não gosta muito para gestantes é o Cross Fit, e que o recomendável seria o pilates e natação. Que são atividades que ajudam no preparo para o parto. A natação eu não cogitei a possibilidade, mas o pilates sim. Se tudo der certo até o final do ano eu pretendo começar a fazer.

Tiramos algumas dúvidas sobre o plano de saúde, assistência na hora parto, que foram prontamente respondidas.

E assim foi a nossa primeira consulta com a obstetra. E deixo um recado pra vocês: busquem informações, pesquise, mas antes de fazer qualquer coisa, consulte um médico. Claro que tem coisas que devemos usar o bom senso, principalmente em relação a alimentação. Comer de tudo um pouco, não exagerar em nenhum tipo de alimento. Até água em excesso faz mal.

Acredito que a nossa próxima consulta será daqui uns 4 ou 5 meses, para retirarmos o DIU. Enquanto isso, seguimos tomando ácido fólico, tendo uma boa alimentação e fazendo atividade física!

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Clareamento dental na gestação

Sorriso que voltará a ser branquinho!

Tudo bem que eu estou parecendo a louca querendo fazer tudo de uma vez o que eu não fiz antes de querer engravidar.

Mas na verdade são coisas que eu sempre quis fazer mas nunca achava que seria o momento certo. Mas quer saber uma coisa que eu já estou aprendendo com esta coisa louca chamada de vida? Que nada tem a hora certa. Não existe a hora certa para se formar, se casar, engravidar, viajar, não tem hora certa para nada. Nós é quem devemos fazer a nossa hora certa. Sabe qual foi o melhor momento para eu me formar? Quando eu me formei. Casar? Quando eu casei. Engravidar? Quando eu engravidar, e se não engravidar também, é porque não era pra ser. Tem coisas que por mais que você queira, que você planeje, simplesmente não acontecem. Existem as coisas que só dependem de nós, e essas coisas são mais fáceis de serem conquistadas, pois dependem do nosso esforço e força de vontade. Mas tem coisas que não dependem só da gente. E a gestação é uma delas. Primeiro dependemos de um parceiro que queira procriar, e depois depende do nosso organismo e, como eu acredito, da vontade de Deus. Então, temos que fazer o nosso momento.

De acordo com os meus planos inicias para a gestação, eu queria terminar de pagar minha casa, decorá-la, fazer uma ótima viagem. Daquelas com direito a tudo o que eu quisesse, e só na volta eu pensaria em engravidar. Mas aí eu comecei a pensar em algumas outras coisas que eu queria fazer antes de engravidar, como depilação definitiva Depilação a laser na gestação, clareamento dental, cirurgia para correção de vista, e até o final do ano eu vou lembrar de muito mais coisas que eu dizia: quero fazer isso antes de engravidar! E eu percebi que se eu não começasse logo eu não iria engravidar nunca e sempre ficaria adiando, e o problema de ficar adiando a gravidez depois dos 30 é que os 35 já estão batendo na porta e quando menos esperar chega os 40. E depois desta idade além de aumentar a chance de ter um bebe com algum tipo de deficiência, diminui o pique pra passar noite acordadas. Mas eu cheguei a uma conclusão. Na adolescência foi uma opção passar noites em claro nas baladas e agora com a maternidade também vai ser por opção. Então espero que isso me dê forças para encarar as noites acordadas.

Ah, eu tinha uma lista de todas as coisas que eu queria fazer na vida, mas eu perdi os papeizinhos e as vezes lembro de um outro desejo de adolescência e vou acrescentando na lista de agora!

Então como o clareamento dental estava na minha lista, eu comecei a fazer uma pesquisa sobre as formas de clareamento. Se seria melhor o laser ou o caseiro (com moldura). Depois de ter pesquisado sobre o assunto, marquei uma consulta com o dentista para ver qual seria o melhor pra mim.

Entre as opções de laser ou o caseiro, ponderei as informações que ele passou:

  • Laser:
    • É feito no consultório pelo dentista;
    • O produto a ser aplicado é mais concentrado;
    • Apenas uma sessão;
    • Mais caro que o caseiro;
    • Não tem manutenção, é necessária uma nova aplicação.
  • Caseiro:
    • É feito em casa pelo paciente;
    • O produto é mais diluído e o clareamento é feito de forma gradativa;
    • Dura em média 20 dias;
    • Quase a metade do preço do laser;
    • Se precisar, pode ser feita manutenção, comprando apenas o produto a ser aplicado, pois a moldeira poderá ser aproveitada.

Analisando custo/benefício, optei por fazer o clareamento caseiro, embora o resultado seja o mesmo, preferi aplicar o produto em doses homeopáticas do que colocar tudo de uma vez. Tenho medo do dente ficar sensível, mesmo o médico dizendo que o risco é pequeno. E também pensando no bolso. Pra quem já passou tanto tempo com o dente amarelado, esperar alguns dias não vai fazer tanta diferença assim.

Antes de iniciar o clareamento, vamos fazer uma limpeza dendal, e depois do tratamento, vamos fazer a troca de uma resina, porque a beleza aqui, quando criança, caiu de boca no chão e quebrou o dente da frente! E só depois do clareamento é que o dentista vai poder ver qual a cor do dente para trocá-la.

E a parte mais importante! E se eu ficar grávida? Perguntei ao dentista se o tratamento poderia ser continuado caso eu engravide durante o tratamento. Ele me aconselhou a fazer antes, mas não tem nada que impeça o uso, pois o produto atinge externamente, MAS, que qualquer tratamento em gestante só deve ser continuado com o aval do obstetra!

Como eu já consultei com a obstetra que eu escolhi para me acompanhar, perguntei a ela se caso eu engravidasse, se eu poderia dar continuidade ao tratamento. Como moramos em cidade pequena e a maioria dos profissionais de saúde se conhecem, ela perguntou quem era o meu dentista e qual seria o tipo de clareamento a ser feito. Como o dentista informou que não havia nenhuma contra indicação para grávida na bula do produto, ele disse que caso eu engravidasse durante o tratamento, eu poderia dar continuidade, e com base nestas informações, a obstetra também liberou. Até porque, é difícil descobrir a gravidez logo no início, e o tratamento dura em média 20 dias. Perguntei mais por precaução. Afinal, a dúvida existia e havia dois profissionais para saná-la.

Isso é muito sério! O médico que deve dar permissão para dar prosseguimento a qualquer tipo de tratamento em grávida é o obstetra. Só ele é quem faz o acompanhamento de saúde da gestante e tem condições de continuar ou interromper qualquer tipo de tratamento.

Então, vou para a próxima fase: deixar os dentes branquinhos! Mas só daqui a duas semanas, porque eu acabei de ligar no consultório e o médico viajou! E quando ele voltar os dentinhos da foto voltarão a ser branquinhos 🙂

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Primeira Consulta com Obstetra

Para muitas mulheres esta consulta só ocorre após o descobrimento da gravidez. Como eu estou “tentando” planejar a minha gestação, já marquei a minha primeira consulta. Digo “tentando”, pois a maternidade me parece uma caixinha surpresa, onde eu posso planejar do meu jeito e as coisas saírem de outro. Ou talvez porque eu escute de muitas mães que não adianta planejar nada pois nada vai sair do jeito que eu quero. Mas, pra mim, só vai sair tudo diferente se eu não fizer nada para me programar e me planejar.

Os palpites antes da maternidade

Não fico criando expectativas de que tudo vai sair perfeitamente como planejado, mas o que estiver ao meu alcance eu faço e continuarei fazendo. Não posso deixar que a frustração dos outros ditem a forma que eu quero levar a minha vida. Quando eu resolvi que queria ser mãe, Quando eu quis ser mãe eu me programei para perder 14 quilos, deixar de tomar refrigerante, ter uma alimentação mais saudável e começar a praticar exercícios físicos. Ajustando o peso, benefícios da caminhada Emagreci, parei de tomar refrigerante, estou me alimentando melhor e comecei a praticar exercícios físicos: Akelly 4 x 0 Frustração. Por enquanto estou ganhando…. hahahaha 

Estágios da preparação para a maternidade – Alimentação

A próxima meta é diminuir o consumo de café, doces e farinha branca. Mas depois eu conto este resultado, como resolvi este final de semana não posso considerar muito este progresso. Mas comecei a substituir o café por chá e o sorvete por açaí.

Voltando a consulta com o obstetra, estou na fase de ansiedade. A consulta está marcada há uns 20 dias, faltam 3 dias e estou apresentando sinais de ansiedade.

Eu ainda estou usando um método de barreira Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena  e antes de retirar resolvi conhecer os obstetras que atendem na minha cidade, para eu poder fazer esta escolha com calma. Como a cidade é pequena e não são muitos os obstetras que atendem pelo meu plano de saúde, só ficou faltando eu conhecer uma obstetra, (o restante eu passei em consulta ginecológica e já tenho uma opinião), acho que estou criando um pouco de expectativa e espero que esta não seja a minha primeira frustração.

Itens que pretendo avaliar na escolha do (a) obstetra:

  • Posicionamento sobre parto natural – esta é a minha primeira opção;
  • Disponibilidade de horários para consulta – não quero ter que esperar dois meses pra marcar uma consulta;
  • Afinidade – sim, é uma pessoa que vai trazer minha criança ao mundo, eu quero ter afinidade com ela;
  • Se indica formas pra uma gestação saudável;
  • Se vai fazer pedidos de exames para mim e meu marido;
  • Se vai me tratar bem, com carinho, se vai explicar direitinho como vai ser daqui pra frente esta fase de tentativas, se não vai querer me entupir de vitaminas sem ao menos saber do que eu preciso, e
  • E acredito que na hora irão surgir aspectos novos para eu poder avaliar.

Assim que eu sair da consulta eu volto aqui para contar se as minhas expectativas foram atendidas. E se eu gostar do atendimento, quem sabe não tiro o DIU?

Para a consulta vou levar o resultado dos meus últimos exames (fiz exames ginecológicos de rotina no primeiro semestre deste ano) e se nos entendermos bem já aproveito a presença do marido para retirar o DIU. Pra colocar doeu, pra retirar deve doer também, e bom ter uma mão para apertar enquanto sinto dor.

Ah, e por falar em marido, sim, eu vou levar o meu nesta consulta, além dele ser o meu marido, que me acompanha e está sempre ao meu lado, vai ser o pai do bebe, então ambos temos que nos sentir confortáveis com a escolha do (a) obstetra. E eu preciso de alguém ao meu lado pra me lembrar do que foi dito. As vezes a minha ansiedade atrapalha a minha concentração. Então é melhor garantir que o que foi dito na consulta será lembrado depois de uns meses.

Alimentação antes da gestação

Eu não sei se eu vou conseguir engravidar com um mês, com um ano, ou se eu nem vou conseguir engravidar. Mas eu sei que eu estou fazendo o meu melhor. Não me importo com o resultado, me importo com o meu esforço para alcança-lo, o que depende de mim estou fazendo, o que não depende, eu peço a Deus para faça o que for melhor para o meu bem e para a minha felicidade.

Os riscos de uma gravidez com DIU

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Depilação a laser na gestação

Uma das coisas que eu queria depois da vida adulta era fazer uma depilação definitiva. Ô coisinha que me tira a paciência é a tal da depilação. Com lâmina não me dou muito bem, geralmente me machuco e os pelos ficam cada vez mais grossos, com maquininha acho que não fica bem feito, creme depilatório não me adaptei bem, então pra mim restou a opção de cera, que dói! Meu pelos nunca foram amigáveis comigo. Sempre encravam, dá foliculite, são muitos, são grossos. Ou seja, tudo o que eu não queria. É muito pedir pelos finos, poucos e loiros? Não né? Mas eu não tive esta sorte, então tive que aprender a conviver com a dor da cera e o incômodo de esperar o pelo crescer.

Há um tempo eu resolvi tentar um método definitivo, mas de definitivo não teve nada. Passei pelo incomodo de ter que depilar com gilete, de não tomar sol, e por fim não resolveu. O método que eu usei foi luz pulsada. Não estou dizendo que ele não é eficaz, estou dizendo que em mim não foi. O que é bom para uma pessoa, pode não ser para outra. Por isso existem vários tipos de procedimentos estéticos, para se adaptar a cada tipo de pessoa.

Como a maternidade está se aproximando em minha vida, (pretendo tirar o DIU em breve – Leia aqui: Prevenindo a gravidez com DIU Mirena), resolvi tentar eliminar os pelos novamente. Estou tentando eliminar os possíveis problemas na gestação. E acredito que ter que ir fazer depilação com um recém nascido em casa, ou com uma barriga do tamanho de uma melancia não deve ser uma das melhores experiencias. Então resolvi fazer a depilação a laser, e desta vez espero que seja definitiva.

Antes de iniciar o tratamento, fiz uma pesquisa para saber se podia ser feito em mulheres grávidas.

Encontrei as duas respostas: SIM e NÃO. Alguns médicos dizem que pode ser feito em gestantes pois o laser penetra em apenas alguns milímetros na pele da mãe, o que não causaria danos ao bebê, e outros que não, pelo fato de não poder fazer testes em mulheres grávidas, então não é possível afirmar que não será prejudicial. E ainda tem a questão hormonal. Muitas mulheres ficam com a pele manchada durante a gestação e o laser poderia agravar as manchas de pele.

Dadas as informações que eu obtive com  a minha pesquisa, optei por iniciar o tratamento agora, comecei em julho/2018, e pretendo tirar o DIU em dezembro/2018. Antes de iniciar o tratamento, conversei com a profissional que iria realizar o procedimento e tirei todas as minhas dúvidas. Fui pra casa, continuei pensando no assunto, conversei com meu marido, mais dúvidas surgiram, voltei, conversei novamente, até que todas as dúvidas foram esclarecidas. Quando vamos fazer um procedimento, não podemos ter medo ou vergonha de perguntar nada, temos que pensar bem no assunto e se informar o máximo possível. Das minhas dúvidas em relação ao laser foi esclarecido o seguinte:

  • O laser não elimina 100% dos pelos, consegue eliminar algo em torno de 80%;
  • Durante o tratamento não pode ser feita depilação com cera ou qualquer método que retire a raiz do pelo;
  • Os pelos brancos e os mais clarinhos não são eliminados (conseguem ser enfraquecidos);
  • Após o término do tratamento pode ser feita a depilação com cera (dos 20% que normalmente ficam para trás);
  • Não é recomendado tomar sol durante o tratamento (na clínica que eu estou fazendo, fui orientada a passar sempre protetor solar nas áreas depiladas, e caso durante o tratamento eu resolva tomar sol, devo avisar com antecedência para ajustar a data das sessões para não ocorrer o risco de estar bronzeada no dia da sessão, e se tiver eles fazem o clareamento da área a ser depilada). Ah, o ideal e não estar com a pele bronzeada pois o laser age na melanina, e se a pele estiver bronzeada, o laser não distingue a melanina do pelo com a da pele, e pode ocorrer queimaduras. Por isso o ideal é fazer no inverno. É, comecei tarde! Mas vai dar certo.
  • Se eu engravidar antes de terminar o tratamento, suspendemos as sessões e retornamos após o parto (o tratamento será pausado e retomado, não se perde o progresso das sessões anteriores);
  • Não é recomendado o tratamento a laser durante a gestação por causa da alteração hormonal, e pode acontecer de manchar a pele.

O mais importante é que a mulher sempre tem que escolher o método que for mais confortável para ela. Pra mim, sempre foi a cera. Mesmo tendo o incômodo da dor, o pelo ficava mais fino e podia passar alguns dias sem me preocupar com a depilação. Durante a gestação, a mulher deve estar atenta aos cremes depilatórios que durante a gestação pode causar irritação, se optar pela lâmina, ter o cuidado para não se ferir, para não causar infecção ou irritação, principalmente nas áreas próximas a mucosas, e se a opção for cera quente, se atentar a temperatura para não causar queimaduras.

Na minha busca por informação, me deparei com este E-book sobre Gravidez saudável. Onde constam algumas respostas para as dúvidas mais comuns: varizes, estrias, tinturas, alimentação, exercícios, rotinas do pré-natal, e também sobre a depilação na gestação. Eu sei que na internet temos muitos conteúdos gratuitos, mas temos que ficar atentas as qualidades das informações, e achar as dúvidas compiladas em um único lugar pode facilitar um pouco, para termos um ponto de partida. Abaixo tem um E-book para quem quiser conhecer… Se na página inicial já podemos contar com algumas informações importantes, imagina o que tem no livro!!!! Clique na imagem e confira!

 

 

 

 

Informação é tudo!

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Agosto Dourado – Aleitamento Materno

No mês de agosto era comemorada a semana do aleitamento materno, mas acredito que dada a importância do assunto, expandiram a comemoração para o mês inteiro. E hoje é conhecido como Agosto Dourado! A cor deste mês não poderia ser melhor, afinal, o leite materno para as crianças valem ouro! O slogan deste ano é “Amamentação é a base da vida“.

E se você está amamentando ou conhece alguém que esteja, pode contar com a ajuda deste e-book na sua jornada:

E-book Uma Boa Amamentação
 Sua visão sobre amamentação mudará depois de ler este E-book.

Indicado para mamães de primeira e segunda viagem.

– Como amamentar da maneira correta?
– Como não prejudicar o bebê?
– Dor na hora de amamentar?
– Extravasamento do Leite?
– Obstrução dos ductos?

Essas e outras questões serão abordadas no
E-book Uma Boa Amamentação.

A campanha do Ministério da Saúde em prol do aleitamento materno é para incentivar o aleitamento exclusivo até os seis meses de vida, bem como a sua doação, que é distribuída aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso. Dependendo do peso do prematuro, 1 ml de leite é suficiente para nutri-lo cada vez que for alimentado.

Para mais informações sobre a doação, acesse o site do Ministério da Saúde:

http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-da-crianca/aleitamento-materno/doacao-de-leite-materno

Como é um mês dedicado ao aleitamento, as cidades, grupos, governo e mães, se mobilizam para a conscientização do aleitamento materno. Não só a sua importância é divulgada, mas também técnicas e métodos de amamentação. Quem já amamentou sabe que esta não é uma tarefa fácil.

Amamentar pode ser cansativo, exaustivo, desgastante e até enlouquecedor (eu digo pode ser, pois ainda não passei por isso, são constatações a partir de relatos de algumas mães). E existem algumas técnicas e métodos que podem auxiliar as mamães nesta fase. E neste período se intensificam as informações sobre a amamentação.

Procure na sua cidade os postos de saúde ou casas de apoio. Hoje com a humanização dos partos, existem muitas doulas e enfermeiras obstetras que fazem palestras, muitas delas gratuitas, para auxiliar as mães que desejam amamentar  tem dúvidas, medos, insegurança.

O interessante é que toda a família participe e se conscientize que o aleitamento materno é a melhor escolha para a mãe e para o bebê. Amamentar melhora a relação entre mãe e filho, ajuda na recuperação do parto, aumenta a resistência e imunidade da criança.

Muitas pessoas ainda nutrem o mito de leite fraco, que não sustenta, que a criança está com fome. O maior problema que eu vejo, é que normalmente as mães acabam ficando muito sobrecarregadas ao cuidar de um bebê, da casa, da roupa, da comida. Então acaba sendo mais fácil alguém falar pra essa mãe complementar com fórmula, do que se oferecer para limpar uma casa, fazer uma comida ou lavar uma roupa e deixar esta mãe amamentar em livre demanda.

Os pais tem que conversar a respeito da rotina da casa, afazeres domésticos, e principalmente, se for o caso, informar ao restante da família a decisão de aleitamento exclusivo. É importante que as pessoas que convivem com a mãe e o bebê, entendam e respeitem isso, para evitar palpites desnecessários. As vezes a mãe está com dificuldades para amamentar e precisa apenas de uma orientação para melhor a pega, mas se tem alguém buzinando na sua orelha que dar fórmula é mais fácil, no desespero ela pode acabar cedendo e não completando o aleitamento exclusivo.

Eu já estou começando a ensaiar a minha cara de alface pra caso alguém me incentive a dar fórmula para o meu filho.

Mas é isso, a amamentação não é uma tarefa fácil, mas certamente é bem gratificante. Sempre fui encantada com a possibilidade de produzir um alimento que vai sustentar, nutrir, dar resistência e imunidade para o meu filho. Pra mim, é uma das mágicas da maternidade!

No link abaixo, extraído do site do Ministério da Saúde, tem algumas recomendações e orientações em relação ao aleitamento materno. Sempre busque a informação de fontes seguras. Não sou médica, nem da área da saúde, mas no intuito de orientar a maior quantidade de pessoas, coloquei o site que eu acredito ser o mais confiável, se tratando de saúde!

http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-da-crianca/aleitamento-materno

Ah, e pais, vocês não podem amamentar, mas podem auxiliar em todo o processo: pegar bebê, colocar pra arrotar, devolver para o berço, levar água para a mãe enquanto amamenta, deixá-la confortável.

Programação do Agosto Dourado na Prefeitura de Araras:

http://araras.sp.gov.br/noticias/20552

Em Araras/SP podemos contar com o Espaço MAMA idealizado pela Enfermeira, consultora em amamentação e doula, Lilian Peripato

https://www.facebook.com/EspacoMAMA/

E a sua amamentação? Como foi? Como está sendo? Compartilhe sua experiencia. Multiplicando informações e experiencias podemos formar uma rede de apoio e de amor. Deixe seu comentário, envie um email, comunique-se!

Estágios da preparação para a maternidade – Alimentação

Não sei bem ao certo quando começou a minha preparação. Acho que começou inconscientemente em uma vontade de melhorar minha vida em diversos aspectos. Leia aqui: Quando eu quis ser mãe

O primeiro deles, acredito eu, que foi em relação aos hábitos saudáveis de vida. Penso que para colocarmos alguém no mundo, temos que nos preparar para isso. Prepararmos o nosso corpo e os nossos hábitos. Amo batata frita, torresmo, bacon, pizza e guloseimas em geral, mas sei que isso nem de longe vai fazer bem para um ser humano que acabou de chegar a este mundo e não tem os seus órgãos funcionando em sua plenitude.

Iniciei o ano de 2015 pesando quase 65kg, pra minha altura de apenas 1,58m é um peso bem acima do que seria ideal, ou pelo menos do que eu considero ideal para mim. Estava vivendo uma fase em que eu e meu esposo tínhamos uma hamburgueria, e o hambúrguer era muito bom. Então, acabava comendo 4x por semana hambúrguer, batata frita e refrigerante, as segundas eram determinadas o dia da pizza, cervejas e frituras aos finais de semana e raramente contávamos com uma salada ou fruta nas refeições. Normalmente comíamos quando íamos na casa da sogra. Ou seja, bem de longe uma rotina de alimentação saudável.

Em meados de 2015 vendemos a hamburgueria e as coisas começaram a voltar ao normal. As caminhadas no final da tarde voltaram a ser rotina, começamos a fazer salada no pote para almoçarmos, introduzimos mais frutas, verduras e legumes nas refeições, ensaiei para aprender a fazer comidas mais saudáveis, as bebedeiras foram diminuindo… Enfim, hábitos saudáveis começaram a fazer parte na nossa rotina.

Eu não parei para pensar: “Quero ter um filho. Vou mudar meus hábitos”. Mas acredito que foi algo inconsciente, até porque nesta época eu estava decidida a não ter filhos. Até coloquei um DIU Mirena para evitar a gestação. No fundo acho que coloquei o DIU para me dar uma prazo: “Tenho cinco anos para decidir se engravido quando tirar o DIU, ou se coloco outro e desisto de vez da maternidade”. Leia aqui: Quando eu não quis ser mãe

Mas hoje acredito que esta mudança de hábito tenha feito uma diferença muito grande na minha vida. Quando eu pensava em ter filhos, eu sempre disse que queria estar pesando 50kg antes de engravidar, para ter uma margem para engordar…hahaha bobeira né? O que importa é estar bem de saúde, física e mental. Não fiquei neurótica com peso, continuei comendo as coisas que eu gosto, mas aprendi a comer com moderação. Antes eu comia até acabar a comida que tinha na minha frente, hoje eu como até me satisfazer. Consegui emagrecer 14kg, ainda não tenho a rotina de vida saudável que eu espero ter um dia, mas estou mais perto do que antes. Leia aqui: Alimentação antes da gestação

As aulas de culinária ficaram para trás, as saladas no pote também, mas consigo fazer escolhas melhores do que antes. Sei que tem muita coisa que preciso mudar, mas o que consegui até agora é um grande avanço. E devemos nos alegrar a cada conquista, cada vitória, cada passo para frente.

Eu pretendo chegar um dia em que algum problema não interfira na minha rotina alimentar. Porque hoje interfere e muito. Se estou preocupada, ansiosa, eu já passo a não querer ir ao mercado, não querer cozinhar, lavar a louça, programar e preparar as minhas refeições. Mas as mudanças acontecem aos poucos em nossa vida, e não adianta querer mudar hábitos de uma vida inteira do dia para a noite.

Eu acredito muito na rotina, com rotina você pode fazer escolhas melhores e usar melhor o seu tempo. Uma rotina e planejamento de alimentação pode trazer muitos benefícios ao organismo e ao dia a dia.

Se você consegue fazer um planejamento alimentar, ao acordar você já terá definido como será o seu café da manha, o seu almoço, os seus lanches e o seu jantar. Sendo assim, ao invés de cada refeição, você parar pra pensar: o que eu vou fazer, ou como vou fazer, você já tem o cardápio definido, os ingredientes em mãos e só colocar a mão na massa.

Há uma economia de tempo e energia. Nos desgastamos ao pensar em cada item da refeição, em como elaborar, e na hora de executar, já começa a bater o desânimo em fazer. Pelo menos é o que acontece comigo! As vezes usar a terceira pessoa para se definir parece mais interessante..rs

Mas é isso. Uma mudança alimentar, para mim, precisa de rotina, de planejamento, de disciplina. Não estou dizendo que parei de comer todas as guloseimas gostosas do mundo, mas reduzi a frequência e quantidade! Mesmo nos dias de mais falta de vontade de cozinhar ou ir ao mercado, tento colocar uma fruta, uma verdura, ou legume nas refeições. Para o meu organismo lembrar que isso é importante e precisamos deles para nos manter firme e forte!

E você? O que tem feito para melhorar a sua alimentação? Compartilhe sua experiencia. Multiplicando informações e experiencias podemos formar uma rede de apoio e de amor. Deixe seu comentário, envie um email, comunique-se!

As energias e a chegada de uma criança.

“Seu padrão vibratório é a sua sentença”.

Esta foi uma das primeiras frases que li este ano, e foi a que mais me chamou a atenção. Se o seu padrão energético é bom, provavelmente colherá bons frutos, mas se ele for ruim, está na hora de mudar. E elevar a energia que está ao seu redor.

Como ainda não tenho filhos, pretendo ter no mínimo um ambiente acolhedor para receber uma criança em meu lar. Se as coisas não estão devidamente ajustadas, com o casal, família e amigos, é melhor ajustá-las antes de inserir a criança nesta convivência.

Os palpites antes da maternidade

Talvez nunca alcançaremos um nível de harmonia total, mas temos que buscar a harmonia com pelo menos as pessoas que farão parte do dia a dia desta criança.

Não é justo com a criança e nem conosco. Se está difícil ajustar as energias sem uma criança, com um recém nascido será um tanto quanto mais complicado.

A criança que está chegando precisa de amor, paz, harmonia… Quanto mais amor melhor. Em todos os nossos relacionamentos passamos por alguns momentos conturbados, seja com pais, cônjuges ou amigos. Então, restaure o equilíbrio, renove a energia e purifique o seu coração.

Esse bebezinho que vai chegar certamente vai preferir contar com toda a energia positiva de todas as pessoas que a rodeiam.

Seu filho pode ajudar em casa!

Durante um tempo eu pensei em proibir todas as visitas, não ia querer ninguém visitando a mim ou ao meu bebe. Ia querer paz, sossego, calma. Mas comecei a perceber que eu vou precisar de boas energias ao meu redor. E que o bebe vai gostar de saber que ao chegar neste mundão de Deus, várias pessoas foram visitá-lo, que estavam ansiosos por conhecê-lo. E que por mais que eu quisesse me isolar, um ou outro ia acabar por não entender, e mesmo assim iria. E isso poderia me aborrecer. Então, mudei o meu padrão vibratório e decidi aceitar com muito amor todas as pessoas que quiserem ir nos visitar! Seja em casa ou no hospital.

Então agora é só se programar pra isso. Sei que nem todo mundo tem muito bom senso em relação aos horários das refeições, ou uma visita que era rápida pode acabar se estendendo. E pra isso não gerar aborrecimentos, é deixar fácil o telefone de uma padaria e uma pizzaria que faça entrega 🙂

E assim a vida segue. Vamos tentar transformar o nosso padrão vibratório para que a nossa sentença seja boa, agradável e nosso fardo seja leve!

Alimentação antes da gestação

Pra quem está chegando agora, o objetivo da página é registrar informações sobre a maternidade. Ainda não sou mãe, nem estou tentando engravidar, mas quero me cercar de informações antes de entrar neste mundo da maternidade.

E hoje a minha busca foi pela alimentação. Quando decidi que queria ser mãe (Acompanhe aqui: Decidi que quero ser mãe! E agora?comecei algumas mudanças de hábitos em relação a minha alimentação, emagreci um pouco, comecei atividade física (mas surgiu uma obra no meio do caminho e dei uma pausa), pois percebi que se eu queria engravidar em um futuro não tão distante, afinal, 2021 já está bem aí, eu tinha que me adaptar e me preparar.

O mundo está mudando, e está mudando muito rápido. Abrimos mais embalagens para comer do que cortamos ou descascamos os alimentos, e decidi que quero ser uma pessoa mais saudável e natural, e ter filhos mais saudáveis e naturais (coloquei no plural porque acho bonitinho, mas por enquanto quero só um mesmo).

E nesta busca por informações sobre a maternidade e alimentação, vi que a maioria das mulheres fazem a suplementação de vitaminas, ácido fólico e algumas outros nutrientes. Mas, se tem na natureza e disponível na feira ou no mercado, penso que é melhor comprar lá do que na farmácia.

————ÔMEGA 3————

Um dos itens que fazem parte do cardápio de receitas de suplementação é o ômega 3, que auxilia na produção de prostaglandinas responsáveis pelo controle da pressão sanguínea e da coagulação. Atua no desenvolvimento neurológico e visual do feto e atua na precaução de pré-eclâmpsia e parto prematuro. Vou citar alguns dos seus benefícios – lembrando que estas informações foram feitas a partir de buscas em sites diversos, portanto, qualquer ingestão de alimentos ou suplementação deverá ser conversada com seu médico ou nutricionista, que poderão orientá-la quanto ao melhor método para você!

1. Regulagem de algumas atividades fisiológicas

Esses compostos podem colaborar na função de diversos processos fisiológicos, como na coagulação do sangue, funcionamento dos rins, regulagem da pressão sanguínea, produção de outros hormônios e melhor funcionamento do sistema gastrointestinal.

2. Prevenção de doenças cardíacas

A produção das prostaglandinas também é muito importante para proteger seu corpo contra doenças cardíacas. Ao regular a quantidade destes hormônios, os ácidos graxos do ômega 3 trabalham como um anti-inflamatório protegendo não só o coração, mas também outros órgãos vitais.

3. Equilíbrio das mudanças de humor

Outro benefício do ômega 3 na gravidez é o de melhorar as tão temidas mudanças de humor.

Especialistas afirmam que a dose certa de ômega 3 pode ajudar a prevenir e tratar alguns sintomas das alterações de humor durante a gravidez, como maior irritabilidade e depressão.

4. Prevenção de diversas doenças

O consumo regular de ômega 3 pode ainda ajudar a futura mamãe a evitar um grande número de doenças, principalmente as relacionadas a inflamação e ação dos radicais livres.

Artrite, doenças gastrointestinais e até o câncer podem ser evitados graças às ações anti-inflamatórias dos ácidos graxos da família ômega 3.

5. Melhor desenvolvimento do bebê

O ômega 3 já foi associado em diversas pesquisas ao desenvolvimento neurológico e óptico do bebê. Os ácidos graxos EPA e DHA, ambos da família do ômega 3, foram relacionados com o desenvolvimento saudável das funções cognitivas e visuais do bebê desde a barriga até os 6 meses de idade.

6. Impacto positivo na saúde da gestante

Outro benefício que os ácidos graxos EPA e DHA podem proporcionar na gestante é a prevenção do parto prematuro e de alguns problemas durante o parto.

Além disso, diminui os riscos de epilepsia na gestante e pode auxiliar no ganho de peso saudável do bebê. A deficiência de ômega 3 na gravidez pode gerar depressão e alterações de humor pós-parto.

Alimentos ricos em ômega 3: peixes de água fria, sardinha, arenque, salmão, atum, sementes de chia e linhaça, nozes.

————VITAMINA E————

Na minha busca encontrei uma informação divina: Vitamina E para evitar estrias. Quem quer ficar com um mapa hidrográfico na barriga depois que o bebe nascer? Eu não, obrigada!

A vitamina E, chamada tecnicamente de tocoferol, é uma das vitaminas lipossolúveis (que dependem de gordura para absorção) necessárias para o bom funcionamento do organismo. Essa vitamina possui potente ação antioxidante, conferindo proteção à membrana que reveste as células do corpo e também para as lipoproteínas, que são responsáveis por transportar o colesterol no sangue, dessa forma previne a oxidação causada pelos radicais livres, que podem levar a formação das placas de ateroma, que obstruem a passagem de sangue nas artérias.

Benefícios da vitamina E:

  • Pode ajudar na melhora da fertilidade;
  • Pode contribuir para o controle do LDL (considerado o “mau” colesterol quando elevado);
  • Tem propriedade anti-inflamatória;
  • Pode melhorar a capacidade cognitiva;
  • Contribui para proteção do cérebro;
  • Rejuvenescimento e cicatrização da pele;
  • Destaca-se o efeito antioxidante por ser considerado um dos melhores para controle dos radicais livres.

Alimentos ricos em vitamina E: brócolis, espinafre, couve, tomates, pimentões, aspargos, azeite de dendê, amendoim, semente de girassol, amêndoas, abacate.

Agora a dica pra vida: Combinar alimentos ricos em ômega 3, com comidas ricas em vitamina E é uma boa ideia, isto porque estes ácidos graxos oxidam com muita facilidade, perdendo as suas propriedades.

Então, para aproveitar todos os nutrientes do ômega 3, é só combinar o peixe com o azeite de dendê, resultado: moqueca baiana!

27/10/2016. Crédito: Jhonatan Vieira/Esp.CB/D.A Press. Brasil. Brasília – DF. Gastronomia. Moqueca de peixe e frutos do mar com farofa no restaurante Manzuá, no Lago Sul.

E você? O que tem feito para melhorar a sua alimentação? Compartilhe sua experiencia. Multiplicando informações e experiencias podemos formar uma rede de apoio e de amor. Deixe seu comentário, envie um email, comunique-se!

Os palpites antes da maternidade

 

Acho que toda gestante ou mãe surta com os inúmeros palpites e pitacos que as pessoas insistem em dar durante a gestação, parto, pós parto, amamentação, alimentação, educação e criação dos filhos.

Depois que comecei a estudar sobre a maternidade, sim, é um estudo quase que diário, comecei a me policiar em relação aos comentários que por ventura eu poderia fazer para uma gestante ou para uma mãe. Li tantos relatos de mães que ouvem cada absurdo, e que muita das vezes elas não respondem, não cortam, simplesmente escutam aqueles palpites, por medo, por respeito, por diversos fatores escolhem ficar caladas.

Desabafos de uma mãe – Quando descobri que estava grávida

As vezes fazemos algum comentário, que normalmente é na intenção de ajudar, mas pode ser que não ajude. Então agora tento falar só se me perguntarem, quando sei de algo que pode ajudar, sugiro que pesquise sobre o assunto. Eu tenho a minha percepção sobre o assunto, e pode ser bom pra mim, mas pode não ser bom para a outra pessoa, por isso apenas sugiro que a pessoa leia e tire suas melhores conclusões.

Mas o foco deste texto é outro:  os palpites das gestantes!

Pois é, pra quem está gestante, já pensou a quantidade de palpites que você já falou para a sua amiga que ainda não tem filhos?

  • Mas você ainda não engravidou por que?
  • Não adianta se planejar, engravida na hora que Deus quer.
  • Você usa DIU? Ele também falha.
  • Besteira essa coisa que querer ter a vida planejada antes de engravidar.
  • Se você esperar a hora certa, nunca vai ter.
  • Cuidado, você já está ficando velha.
  • Desse jeito vai parece avó e não mãe do seu filho.
  • Não precisa esperar, você pode fazer tudo o que você está planejando com um filho.
  • É melhor ter logo esse filho.
  • Nossos filhos podem crescer juntos…
  • E tantos outros palpites e conselhos.

Aí eu te faço uma pergunta: Você gosta quando dão palpite na sua gestação ou criação dos seus filhos? Se a resposta for NÃO, por que você acha que a outra pessoa vai gostar de ouvir palpites sobre o momento ideal da concepção do filho dela?

Quando eu quis ser mãe

Li tantos relatos que a mulher quando engravida vira praticamente um item de domínio público: todo mundo acha que tem direito de tocar, de falar, de dar palpite… Então pensem antes de dar palpites sobre o momento que uma mulher deve gerar um filho, ela já começa a sofrer com os palpites mais cedo.

Já pensou que estes comentários podem gerar sofrimento e pressão em quem está ouvindo? E se a pessoa está com dificuldades pra engravidar? Se o casamento não está bom? Se a família está endividada? Pode estar acontecendo tanta coisa na vida desta família, essa mulher pode até estar querendo muito ser mãe, mas só ela sabe como está a vida dela e se é ou não um bom momento para engravidar.

Decidi que quero ser mãe! E agora?

Então vamos todos tentar praticar a empatia: Vamos nos colocar no lugar do outro e evitar fazer as coisas que não gostaríamos que fizessem conosco. Eu peço encarecidamente, por mais que seja sua amiga, que você tenha sonhado em dividir a sua gestação junto com ela, não deseje a gravidez dela se este não é o momento que ela escolheu. Respeite o momento de cada mulher, assim como você quer que o seu seja respeitado. Se ela tem metas, planos e objetivos a serem alcançados, torça para que ela cumpra, alcance e realize.  Por mais que uma gravidez possa trazer alegria, desejar uma gravidez no meio do caminho, não é o mesmo que desejar felicidade!

 

 

 

50 brincadeiras que não exigem brinquedos!

1 – Carrinho de mão

Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: 2
Enquanto a criança coloca as mãos no chão, com os braços estendidos, o adulto (ou outra criança) levanta suas pernas e empurra, como se fosse um carrinho de mão.

2 – Cinco Marias
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 1
Pegue cinco saquinhos de tecido e encha-os com areia ou arroz. Jogue as cinco marias no chão. Escolha uma, jogue para cima e pegue outra do chão, a tempo de pegar a primeira antes de cair. Na próxima rodada, jogue um saquinho para cima enquanto pega dois no chão e volta a recolher a primeira antes de cair. E assim sucessivamente.

3 – Telefone sem fio
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
As crianças devem ficar em círculo ou enfileiradas. A primeira cria uma mensagem e fala no ouvido da próxima. A mensagem vai passando adiante, cada um dizendo aquilo que entendeu. O último participante deve dizer, em voz alta, o que ouviu. Se estiver correto, o criador da mensagem vai para o fim.

4 – Mímica
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: a partir de 4
Divida as crianças em dois times. Um participante deve se dirigir ao grupo adversário, que irá falar alguma palavra. A criança tem três minutos para representar, apenas com gestos, e o time deve adivinhar. O time que acertar mais, ganha.

Os riscos de uma gravidez com DIU

5 – Boliche
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 2
Faça os pinos com garrafas pet, cheias até a metade. Depois, com uma bola, o jogador deve tentar derrubá-las. Em cada rodada, o participante pode tentar duas vezes.

6 – Morto-vivo
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes:a partir de 4
Coloque as crianças em uma fila. Uma delas (que precisa estar fora da fila) ou você mesmo, fica de frente. Quando disser “morto”, elas devem se abaixar. E quando for “vivo”, elas precisam estar de pé. O condutor deve ir alternando as palavras e a velocidade. Quem errar, está fora da brincadeira.

7 – Bolhas de sabão
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 1
Misture duas colheres de sopa de detergente em um copo de água. Mexa bem e com um canudinho assopre. Quanto mais devagar a criança assoprar, maior ficará o bolha.

8 – Amarelinha
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 1
Faça o desenho da amarelinha no chão e enumere os quadrados de 1 a 10. A criança joga uma pedra na primeira casa e, em um pé só, a pula e vai até a última. Na volta, pega a pedra do chão. Na próxima rodada, joga a pedra na casa 2 e vai até o fim em um pé só. E assim sucessivamente. Não pode colocar o segundo pé no chão, nem errar a casa.

9 – Estátua
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 3
Uma das crianças é escolhida como o chefe e as outras devem estar posicionadas de frente para ele. O chefe designa qual será a estátua. Pode ser de cachorro, passarinho, gato, cobra… Então, quem está no comando escolhe a estátua mais bonita, mais feia ou mais engraçada. Pode-se também colocar uma música para tocar e quando o chefe aperta o stop, todos param! O chefe vai a cada jogador e os provoca. Quem se mexer, perde!

10 – Balão fujão
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Trace uma linha de partida e uma de chegada. Cada jogador segura uma bexiga e um pedaço grande de papelão. Ao seu sinal, cada criança coloca sua bexiga no chão e a abana com o papelão, na direção da linha de chegada, e a traz de volta da mesma forma. O primeiro que terminar o percurso, ganha a corrida.

11 – Pular corda
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: de 1 a 5
Duas crianças seguram a corda, uma em cada ponta, e fazem com que ela gire. Os outros participantes precisam pular a corda, que está em movimento. Isso pode ser feito com batidas lentas ou muito rápidas. Sai do jogo quem tropeça na corda. Também dá para pular em grupo, entrando um de cada vez ou todos juntos. Se a criança estiver sozinha, ela pode girar a corda com as duas mãos e pular!

12 – Casa de cartas
Idade: de 7 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
As crianças devem juntar duas cartas e equilibrá-las de modo a criar um formato piramidal. Ao fazer vários “triângulos” dessa forma, é possível colocar uma carta na horizontal acima de dois triângulos e, assim, formar a base para o segundo andar. A ideia é formar um castelo, tomando muito cuidado para não derrubar tudo.

13 – Corrente infinita
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 4
Conforme o pegador capturar os outros jogadores, eles vão dando as mãos e formando uma corrente em que apenas as pontas podem pegar.

14 – Não me faça rir
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 2
Uma criança tenta fazer a outra rir, enquanto ela tenta desesperadamente segurar a risada. Quem rir primeiro, perde.

15 – Troca-letra
Idade: de 10 a 12 anos
Número de participantes: 4 a 8
Uma das crianças propõe uma palavra de quatro letras. O primeiro jogador deve, formar uma palavra nova a partir daquela, mudando apenas uma letra, e assim sucessivamente. Exemplo: lata – pata – mata – mala – tala. Quem não bolar uma palavra em 30 segundos, ou repetir uma que já foi, é eliminado.

16 – Futebol de botão
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Este jogo tem as regras similares ao futebol de campo, mas é possível criar suas próprias regras a cada partida. Com botões ou tampinhas de garrafas, é preciso chegar ao objetivo, o gol.
Falando em futebol, veja aqui uma superdica para curtir futebol com a família!

17 – Quem sou eu?
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 3
Os jogadores devem ficar numa roda, e cada um escolhe o nome de uma celebridade, personagem de filme ou desenho, ou mesmo do convívio delas, escreve num papel e gruda na testa do participante da direita, sem que ele veja. Cada criança faz perguntas para os outros jogadores sobre o que ela é. Por exemplo: eu sou uma mulher? E os jogadores só podem responder sim ou não. A criança então tem uma chance de dar um palpite. Ganha quem acertar primeiro.

18 – Desfazendo o nó
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 4
Um dos participantes se afasta dos demais. Enquanto isso, o grupo faz uma roda, de mãos dadas. Depois, devem se enlaçar, sem largarem as mãos, com acrobacia, passando por baixo ou por cima das pernas e braços, de modo a formar um nó. O escolhido volta e tem de desfazer o nó até que as crianças voltem à posição original em roda, sem soltar as mãos.

19 – Dança das cadeiras
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 5
Separe algumas cadeiras, de acordo com o número de pessoas, menos um. Em uma fila indiana, os participantes devem circular pelas cadeiras, com as mãos para trás e ao som de uma música. Quando a música parar, elas devem se sentar na cadeira mais próxima. Quem ficou de pé é eliminado e uma cadeira deve ser retirada. Vence quem sentar na única cadeira que restar.

20 – Pipa
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 1
Segurando a linha da pipa (atenção: brinque em uma região distante de fios de eletricidade), a criança deve ir soltando-a de acordo com a distância que se pretende alcançar e conforme a velocidade e direção contrária ao vento.

21 – Detetive
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 5
Para essa brincadeira, você vai precisar escrever num papel a inicial A (de assassino), em outro D (de detetive) e os outros com o V (de vítima) – some todos os participantes e subtraia dois para saber quantas vítimas o jogo terá. Misture e deixe cada criança pegar um papel sem saber o que é. O assassino precisa “matar” o maior número de vítimas e, para isso, ele deve piscar discretamente para as pessoas. Quando as vítimas forem atingidas, elas devem dizer “morri” e abaixar a cabeça. Caso o detetive perceba as piscadas, ele deve dizer ao assassino: “Preso em nome da lei”.

22 – Corre-cutia
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 4
Os participantes devem sentar em uma roda e um participante fica de pé, com um lenço na mão. Enquanto todos cantam a canção “Corre cutia na casa da tia”, o participante dá voltas por trás dos que estão sentados. No fim da música, ele coloca o lencinho atrás de alguém, que deve sair correndo atrás do primeiro. Ou o pegador pega o fugitivo ou o fugitivo se senta no lugar dele, o que vai transformar o pegador no próximo a dar voltas com o lencinho.

23 – Pega-varetas
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: de 2 a 6
Pegue várias varetas coloridas e uma preta. Jogue-as em uma mesa, de uma só vez. Cada jogador precisa retirar as varetas, uma de cada vez, sem que as outras se movam. Se elas se mexerem, o participante passa a vez. Em geral, cada cor tem uma pontuação. Quando acabarem as varetas, ganha quem alcançar a maior pontuação.

24 – Casinha
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 1
Essa brincadeira pode ser feita em qualquer espaço e com diversos tipos de brinquedos, como bonecas e bichos de pano. As crianças representam os papéis sociais e podem invertê-los, por exemplo, cada hora uma é mãe e a outra a filha.

25 – Código secreto
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
Aqui, a imaginação é o único material necessário. A ideia é que as crianças criem uma nova língua, como a do p, em que se coloca a letra p na frente de cada sílaba da palavra.

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

26 – O objeto oculto
Idade: de 8 a 10 anos
Número de participantes: de 4 a 12
Uma das crianças escolhe um objeto que está à vista no ambiente, diz a cor dele e espera que os outros jogadores o encontrem. Ela também pode dar outras dicas. O primeiro que achar o objeto escolherá o próximo, na próxima rodada.

27 – Upa, upa, cavalinho
Idade: de 6 a 9 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e um bebê)
Sente-se numa cadeira. Cruze as pernas e sente a criança em cima de seus tornozelos. Segure suas mãos enquanto move suas pernas para cima e para baixo, cantando “upa, upa, cavalinho”.

28 – Os cinco pulos
Idade: de 6 a 7 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Os participantes devem se colocar lado a lado numa linha imaginária. Dado o sinal, todas dão cinco pulos para a frente. Ganha quem parar mais longe.

29 – Repórter por um dia
Idade: de 6 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
A criança que será a “entrevistadora” pega um gravador, ou mesmo uma escova de cabelo, para fingir que é o microfone. Se tiver mais de uma criança, sugira que uma seja a repórter da bancada e a outra a repórter da rua. As crianças podem separar assuntos antes da brincadeira para debatê-los.

30 – Dicionário
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 12
Pegue um dicionário, abra numa página qualquer e leia em voz alta para as crianças a definição de uma palavra aleatória. O primeiro jogador que adivinhar a palavra marca um ponto. O vencedor será o primeiro que marcar 10 pontos.

31 – Batata quente
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
Com uma bola em mãos, as crianças devem estar dispostas em um círculo. Elas podem estar de pé ou sentadas, tanto faz. Uma delas deve estar fora da roda e com os olhos tampados. Ela deve cantar “Batata quente, quente, quente, quente…” em diferentes velocidades para que as outras passem a bola. Quando ela disser “queimou”, quem estiver com a bola em mãos é eliminado.

32 – Desenho maluco
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: de 3 a 4
Dê uma folha em branco para cada participante. No alto da folha, cada um deve desenhar uma cabeça. Depois, dobram-se os papéis para esconder o que foi feito. Trocam-se as folhas e, então, cada um desenha o corpo. Repita as instruções, até que cada criança desenhe uma parte do corpo, sem ver a anterior. No fim, abra os papéis e veja os desenhos que se formaram.

33 – Desenhando nas costas
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Uma das crianças escolhe “desenho” ou “palavra” e então com o dedo indicador faz uma representação nas costas de outra criança. O jogador que está tendo as costas desenhadas tem três chances de acertar. O desenhista pode dar dicas também.

34 – Stop
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 4
Cada participante pega uma folha sulfite e divide em 5 colunas denominadas: nome, cidade, país, animal e vegetal. A cada rodada, um participante escolhe uma letra. Quem preencher primeiro todos os campos, com uma palavra para cada coluna, começando com a letra determinada, deve dizer Stop e todos os outros param de escrever. A cada resposta igual, os participantes levam 5 pontos. Se forem diferentes, 10 pontos. E se os outros não tiverem colocado nada, 15 pontos.

35 – Montar nos ombros
Idade: de 9 a 12 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e uma criança)
Ajeite o bebê sobre os ombros de forma que a pernas pendam ao redor de seu pescoço, apontando para a frente. Segure-o pelas mãos enquanto anda por aí. Varie os movimentos: pule num pé só, marche, gire…

Seu filho pode ajudar em casa!

36 – Passa anel
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
Um dos jogadores será o passador do anel. Com o objeto entre as palmas da mão, a criança deve passar suas mãos entre as dos participantes, que devem estar posicionados lado a lado ou em círculo. O passador deve fazer isso quantas vezes quiser, mas em uma delas deve deixar o anel. Quando acabar, ele pergunta a outro jogador com quem ficou o objeto. Se a pessoa acertar, os papéis são invertidos. Se não, tudo continua igual.

37 – Pular elástico
Idade: de 7 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 3
Separe por volta de 2 metros de elástico de roupa e dê um nó unindo as pontas. Duas crianças devem ficar de pé, frente a frente, com o elástico em volta dos tornozelos, formando visualmente um retângulo. Uma terceira criança tem de fazer uma sequência de saltos, começando de um lado do retângulo, indo para o outro, e pisando sobre o elástico. Depois do término de cada sequência, a altura do elástico vai aumentando gradativamente.

38 – Jogo dos pontinhos
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Em um papel sulfite, coloque vários pontinhos, cada quatro formando um quadrado. O jogador deve ligar dois pontos em cada jogada, formando retas. Quem fechar um quadradinho, deve colocar a sua letra inicial dentro dele. O jogo termina quando todos os quadrados estiverem fechados e ganha quem tiver o maior número de letras.

39 –  Escolinha
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
A clássica brincadeira em que uma criança é a professora e as outras ficam sentadas copiando da lousa, pode ser reinventada e tornar-se mais dinâmica. O “professor” faz uma lista de perguntas. Os outros jogadores ficam no degrau de uma escada. A cada resposta certa, o jogador sobe um degrau.

40 – Pula-rio
Idade: de 6 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Estique duas cordas no chão, paralelamente, com intervalo de 50 centímetros entre elas. Esse espaço representará o rio. Os participantes devem fazer uma fila de um lado do rio, e um por vez, saltarem para o outro lado. A cada rodada, aumente a largura do rio. São eliminadas as crianças que “caírem na água”. O que sobrar, vence.

41 – Bola na moeda
Idade: de 7 a 11 anos
Número de participantes: a partir de 2
Dois jogadores se posicionam frente a frente, de pé. No chão, no meio dos dois, coloca-se uma moeda. As crianças jogam a bola uma para a outra, quicando no chão para tentar acertar a moeda.

42 – Pescaria de clipes
Idade: de 5 a 11 anos
Número de participantes: a partir de 2
Esvazie uma caixa de clipes em uma tigela grande. Entregue a cada criança um cabide de arame cuja ponta tenha a forma de gancho. Os participantes devem pescar os clipes com o gancho. O jogador que tiver pescado mais é o vencedor.

43 – Achou!
Idade: de 6 a 9 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e um bebê)
Sente o bebê no chão ou numa cadeira de frente para você. Pegue uma toalha e cubra o rosto com ela. Tire a toalha e mostre o seu rosto enquanto diz “achou”. Experimente também colocar a toalha na cabeça do bebê e tirá-la.

44 – Cabo de guerra
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: de 4 a 10
Divida as crianças em dois times. Cada um ficará de um lado do campo e segurando um lado da corda. Ao sinal, cada time puxa para o seu lado, com toda força. Ganha a equipe que ficar por pelo menos um minuto com a maior parte da corda.

45 – A letra mágica
Idade: de 10 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Todos os participantes escolhem uma letra do alfabeto. Na sua vez, a criança recita uma frase em que todas as palavras comecem pela letra escolhida. Quem se enganar, ou não falar nada, é eliminado. A frase mais engraçada ou inteligente marca um ponto. O vencedor é quem obtiver mais pontos.

46 – Corrida de três pernas
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: de 12 a 40
As crianças devem se dividir em dois times, e dentro dos times em pares, em que um amarra sua perna direita à perna esquerda do outro. A um sinal, os primeiros têm que correr, cruzar a linha de chegada, voltar e tocar a próxima dupla, e assim por diante.

47 – Corrida de canguru
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 8
Os jogadores se dividem em duas equipes e formam filas indianas. Dado o sinal da largada, a criança do início da fila coloca uma bola entre os joelhos e avança aos saltos até a linha de chegada; depois retorna e entrega a bola ao participante seguinte. O time vencedor será aquele em que todos os jogadores completarem o percurso primeiro.

48 – Tudo o que o seu mestre mandar…
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Um participante deve ser nomeado o mestre, que fica em frente aos demais, e ordena que imitem os seus gestos, dizendo: “O mestre mandou…”. Porém, as crianças só devem imitar se o mestre disser essa frase antes de indicar o gesto. O jogador que imitar sem ouvir “o mestre mandou”, é eliminado.

49 – Costas com costas
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 9
Uma das crianças é escolhida como perseguidor. As demais devem se dividir em duplas, e ficar um de costas para o outro e com os braços enganchados. A um sinal do perseguidor, todas as duplas se desfazem e devem procurar novos parceiros. O jogador que sobrar é o novo perseguidor.

50 – Caçada ao tesouro
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Deixe uma prenda escondida em algum lugar do ambiente. Em locais diferentes, coloque papéis que contenham as pistas que levarão ao tesouro. A primeira deve levar os participantes à segunda e assim sucessivamente até chegar na última, que será o prêmio. Esse jogo pode ser individual ou em equipe.