Retirada do DIU

Quando eu coloquei o DIU foi uma experiência incrível! Dei adeus a cólica, fluxo intenso, TPM, remédios para cólica, absorventes, retenção de líquido… E saudei a lubrificação, a libido, protetor diário e voltei a me reconhecer mais. Sem o efeito daquelas pílulas tão pequeninas que faziam tanto estrago no meu organismo!

Mas… Como nem tudo são flores, depois de 2 anos e meio o DIU começou a me causar alguns desconfortos, a menstruação, embora em pequena quantidade, começou a descer duas vezes por mês, a cólica resolveu voltar a me visitar, e isso começou a me deixar bem irritada!

Eu que sou uma pessoa bem calma e controlada (sqn), comecei a ficar inquieta e impaciente. Voltei no ginecologista que havia colocado o DIU e ele disse que isso era “normal”. Aceitei a resposta dele a princípio e resolvi aguentar mais um pouco, já que em alguns meses eu iria retirar. Como eu estava disposta a procurar e conhecer outros obstetras na cidade para escolher com quem eu faria o meu acompanhamento de pré-natal, acompanhe em: Consulta com obstetra Acabei conversando sobre a retirado do DIU também. Na nossa primeira consulta, para conhecer a Obstetra, esclarecemos várias dúvidas e decidimos que voltaríamos no final do ano pra retirar o DIU.

Não passou nem 15 dias da consulta e minha menstruação já havia descido duas vezes! Na segunda eu surtei e falei pro meu marido que nem que fosse pra eu voltar a tomar anticoncepcional até o final do ano, mas que com o DIU eu não ficaria mais. Tentei marcar a consulta enquanto ainda havia sangramento, pois facilitaria na hora da retirada, mas nem pra isso a bendita serviu! Foi embora antes da consulta.

No dia em que fomos para retirar o DIU, conversamos com a obstetra e optamos por nos prevenir de outras formas. Coito interrompido, camisinha, abstinência (mentira, esta ultima não foi cogitada…rs), menos voltar a tomar anticoncepcional.

A retirada foi super tranquila. Ela pediu para que eu tossisse bem forte enquanto ela retirava. Doeu só um pouquinho, mas já saí de lá zerada!

Nos dias seguintes, tive um sangramento, o que era previsto, e vida que segue! E agora que estou experimentando mais uma vez a liberdade de estar sem hormônios me sinto bem melhor.

Ainda estamos prevenindo uma gestação pois acreditamos que ainda precisamos de mais um tempinho para começar a tentar engravidar. E que Deus nos abençoe a não precisar esperar muito quando resolvermos! Mas já tive uma conversinha com Ele, que eu engravide quando eu estiver pronta, e não quando achar que estou! E que se não for, é porque temos que buscar outras formas!

E ai? Alguém já tirou o DIU? Compartilhe sua experiência. Multiplicando informações podemos formar uma rede de apoio e de amor. Deixe seu comentário, envie um email, comunique-se!

 

Visão e gestação

Durante a minha infância eu tive a felicidade de não precisar usar óculos de grau, mas durante a faculdade eu comecei a ter alguns probleminhas de visão.

Na verdade eu nunca liguei muito, só usava quando ia estudar ou trabalhar, e muitas vezes esquecia em casa e nem fazia tanta diferença assim. Deixava de cumprimentar um ou outro por não enxergar muito bem, mas nada muito grave.

Mas com a idade chegando, a necessidade de usar óculos foi aumentando. Deixava passar algumas paisagens, E com isso acrescentei um item na minha lista de desejos: fazer uma cirurgia de correção.

Para fazer a cirurgia de correção é necessário que o grau se estabilize. E o meu já estava estabilizado. Consultei um oftalmo no meio do ano, e me programei para fazer a cirurgia no começo do ano que vem.

Só que como a ideia de tirar o DIU no final do ano foi se consolidando, eu comecei a pesquisar sobre a cirurgia de correção de vista durante a gestação.

Não voltei ao médico para confirmar a informação, mas de acordo com uma matéria do Conselho Brasileiro de Oftalmologia pode ocorrer as seguintes alterações na visão durante a gravidez:

  • Síndrome do Olho Seco: Problema temporário e que tende a desaparecer logo após o nascimento do bebê.
  • Sensibilidade à luz: Durante a gestação, a sensibilidade da córnea diminui, principalmente nos últimos três meses, e volta ao normal pouco tempo depois de o bebê nascer
  • Visão manchada e/ou pontos pretos na imagem: Tanto a visão manchada como a percepção de pontos podem ser sinais de pressão alta durante a gravidez.
  • Desdobramentos da Pré-Eclâmpsia: Os principais sintomas são a perda temporária da visão, maior sensibilidade à luz, visão embaçada ou formação de halos ou flashes.
  • Desdobramento do diabetes gestacional: Altas taxas associadas ao diabetes podem danificar os vasos sanguíneos que alimentam a retina, ocasionando na visão problemas relacionadas à nitidez e ao foco.
  • Mudança de grau: As variações hormonais também podem acarretar mudanças refrativas. O aumento da espessura e da curvatura da córnea e o aumento da curvatura do cristalino poderão em alguns casos levar a um desvio refrativo, aumentando a graduação dos óculos ou lentes de contato. A condição geralmente é transitória e volta ao normal de sete a oito meses após o nascimento da criança. Entre os sintoma, estão: dores de cabeça e tontura.

Em outros artigos li relatos de gravidas que as alterações que tiveram durante a gestação, permaneceram após o parto. Então, para quem já esperou por tanto tempo, acho que posso esperar um pouco mais.

Então resolvi que vou continuar com os meus belos óculos de grau por mais um tempo!

E você? Já fez ou teve vontade de fazer cirurgia para corrigir a visão? Compartilhe sua experiencia. Multiplicando informações e experiencias podemos formar uma rede de apoio e de amor. Deixe seu comentário, envie um email, comunique-se!

 

Consulta com obstetra

Marido lindo que eu amo e que será um ótimo pai!Ontem fomos a primeira consulta com obstetra! E o meu placar aumentou: Akelly 5 x 0 frustração. Como eu havia feito todos os exames de prevenção recentemente, já levei todos para a obstetra avaliar. Eu já sabia que estavam todos ok, mas como era o meu primeiro contato com ela, ela também precisava saber que está tudo bem. Acompanhe aqui a ansiedade da consulta!

Chegamos ao consultório, já mostrei todos os exames e falei que estávamos querendo engravidar. Pelos exames ela disse que estava tudo bem, e que poderíamos começar a tentar quando quiséssemos. Como eu tenho o DIU, perguntei se de alguma forma afetaria a minha fertilização. E ela disse que na semana seguinte após a retirada eu já poderia engravidar, que a fertilidade se restabelece assim que o DIU é retirado.

Expliquei pra ela que meu intuito com aquela consulta era conhecê-la. Saber o posicionamento dela sobre os tipos de parto, pra eu poder decidir com qual obstetra eu daria continuidade.

De cara eu já gostei dela. Ela foi bem enfática em dizer que o importante para ela é que a vontade da mãe fosse respeitada, desde que não colocasse em risco a vida da mãe ou do bebê. Como eu já falei da minha preferência pelo parto natural, ela já foi falando que podemos trabalhar o períneo para facilitar o parto, de atividades que ajudam o corpo a se preparar para o parto natural.

Perguntamos sobre os exames, se seria necessário algum exame complementar meu, ou algum do meu marido antes de iniciar as tentativas de gestação. Como eu já havia lido em alguns lugares que o pai da criança precisaria fazer alguns exames, tomar ácido fólico, tiramos todas essas dúvidas com ela. E ela nos esclareceu que os exames de rotina que eu já havia feito eram suficientes por enquanto, e que havia sim o pré-natal do homem, mas que este é feito apenas depois da gestação. Que por hora os exames de rotina são suficientes. Não levamos os exames do meu marido, mas como ele fez exames de rotina e está tudo bem, ela não viu necessidade de fazer qualquer tipo de exame agora.

Entramos no assunto de alimentação/suplementação vitamínica. Na página tem alguns posts sobre alimentação. Acesse aqui e aqui. As informações foram básicas e suficientes: comer frutas, verduras e legumes, evitar doces, embutidos, gordura e sal. Especialmente tomar cuidado com doce e sal, por causa do risco de pressão alta e diabetes gestacional. Uma coisa que ela falou que eu não sabia foi a questão da proteína. Ingerir bastante proteína, e eu como uma boa carnívora já fui perguntando sobre a carne mal passada. E pra minha surpresa ela disse que está liberada! Ah, e o sushi? Esse não! Depois da gestação, ela não recomenda a ingestão de peixe cru. Café? Melhor reduzir a quantidade! Essas orientações são basicamente orientações para a vida! Só o peixe cru que fica de lado durante a fase gestacional. Em relação a suplementação ela receitou o ácido fólico por um período de 6 meses antes da gestação, mas deixou bem claro que se eu quisesse tirar o DIU naquele momento, não seria um problema se eu engravidasse sem tomar o ácido fólico com toda essa antecedência, pois eu continuaria tomando durante a gestação. E que se eu ainda ficasse com muitas dúvidas durante a gestação ela me encaminharia para uma nutricionista durante a gestação. Coisa que certamente eu vou querer.

E a retirada do DIU? Eu quando fui colocar o DIU, (Prevenindo a gravidez com o DIU) só me preocupei em saber como seria para pôr, não me interessei em saber como seria para retirar. Ele já estaria lá e uma hora teria que sair. Mas ela me tranquilizou dizendo que para retirar é mais fácil e menos dolorido do que para colocar. Que o melhor momento para retirar o DIU é quando há sangramento menstrual, pois o útero não está contraído, mas que se eu quisesse poderíamos tirar imediatamente. Quando ela falou isso, dei uma olhada de rabo de olho pro maridão, e perguntei: vamos? Ele: Agora? Não amor, nós não combinamos só no final do ano?

Esta é a vantagem de ser casada com um pessoa que tem o “pé no chão”…rs Ainda temos umas continhas pra pagar antes de engravidar. Sabemos que podemos demorar até 1 ano para engravidar, mas vai que vem em um mês? Eu não ficaria tranquila querendo comprar coisas pro bebê sabendo que a grana está curta. Eu estou me preparando e me programando pra isso, não dá pra deixar tudo o que planejamos de lado já na reta final.

Perguntei sobre exercícios físicos, – Ajustando o peso – atualmente a minha atividade física é zumba. A única atividade que eu realmente gosto. Ela esclareceu que a principio não tenho com o que me preocupar, que o que vai determinar se posso ou não fazer atividades físicas vai ser a gestação, e não temos como prever como será, que a única atividade que ela não gosta muito para gestantes é o Cross Fit, e que o recomendável seria o pilates e natação. Que são atividades que ajudam no preparo para o parto. A natação eu não cogitei a possibilidade, mas o pilates sim. Se tudo der certo até o final do ano eu pretendo começar a fazer.

Tiramos algumas dúvidas sobre o plano de saúde, assistência na hora parto, que foram prontamente respondidas.

E assim foi a nossa primeira consulta com a obstetra. E deixo um recado pra vocês: busquem informações, pesquise, mas antes de fazer qualquer coisa, consulte um médico. Claro que tem coisas que devemos usar o bom senso, principalmente em relação a alimentação. Comer de tudo um pouco, não exagerar em nenhum tipo de alimento. Até água em excesso faz mal.

Acredito que a nossa próxima consulta será daqui uns 4 ou 5 meses, para retirarmos o DIU. Enquanto isso, seguimos tomando ácido fólico, tendo uma boa alimentação e fazendo atividade física!

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Clareamento dental na gestação

Sorriso que voltará a ser branquinho!

Tudo bem que eu estou parecendo a louca querendo fazer tudo de uma vez o que eu não fiz antes de querer engravidar.

Mas na verdade são coisas que eu sempre quis fazer mas nunca achava que seria o momento certo. Mas quer saber uma coisa que eu já estou aprendendo com esta coisa louca chamada de vida? Que nada tem a hora certa. Não existe a hora certa para se formar, se casar, engravidar, viajar, não tem hora certa para nada. Nós é quem devemos fazer a nossa hora certa. Sabe qual foi o melhor momento para eu me formar? Quando eu me formei. Casar? Quando eu casei. Engravidar? Quando eu engravidar, e se não engravidar também, é porque não era pra ser. Tem coisas que por mais que você queira, que você planeje, simplesmente não acontecem. Existem as coisas que só dependem de nós, e essas coisas são mais fáceis de serem conquistadas, pois dependem do nosso esforço e força de vontade. Mas tem coisas que não dependem só da gente. E a gestação é uma delas. Primeiro dependemos de um parceiro que queira procriar, e depois depende do nosso organismo e, como eu acredito, da vontade de Deus. Então, temos que fazer o nosso momento.

De acordo com os meus planos inicias para a gestação, eu queria terminar de pagar minha casa, decorá-la, fazer uma ótima viagem. Daquelas com direito a tudo o que eu quisesse, e só na volta eu pensaria em engravidar. Mas aí eu comecei a pensar em algumas outras coisas que eu queria fazer antes de engravidar, como depilação definitiva Depilação a laser na gestação, clareamento dental, cirurgia para correção de vista, e até o final do ano eu vou lembrar de muito mais coisas que eu dizia: quero fazer isso antes de engravidar! E eu percebi que se eu não começasse logo eu não iria engravidar nunca e sempre ficaria adiando, e o problema de ficar adiando a gravidez depois dos 30 é que os 35 já estão batendo na porta e quando menos esperar chega os 40. E depois desta idade além de aumentar a chance de ter um bebe com algum tipo de deficiência, diminui o pique pra passar noite acordadas. Mas eu cheguei a uma conclusão. Na adolescência foi uma opção passar noites em claro nas baladas e agora com a maternidade também vai ser por opção. Então espero que isso me dê forças para encarar as noites acordadas.

Ah, eu tinha uma lista de todas as coisas que eu queria fazer na vida, mas eu perdi os papeizinhos e as vezes lembro de um outro desejo de adolescência e vou acrescentando na lista de agora!

Então como o clareamento dental estava na minha lista, eu comecei a fazer uma pesquisa sobre as formas de clareamento. Se seria melhor o laser ou o caseiro (com moldura). Depois de ter pesquisado sobre o assunto, marquei uma consulta com o dentista para ver qual seria o melhor pra mim.

Entre as opções de laser ou o caseiro, ponderei as informações que ele passou:

  • Laser:
    • É feito no consultório pelo dentista;
    • O produto a ser aplicado é mais concentrado;
    • Apenas uma sessão;
    • Mais caro que o caseiro;
    • Não tem manutenção, é necessária uma nova aplicação.
  • Caseiro:
    • É feito em casa pelo paciente;
    • O produto é mais diluído e o clareamento é feito de forma gradativa;
    • Dura em média 20 dias;
    • Quase a metade do preço do laser;
    • Se precisar, pode ser feita manutenção, comprando apenas o produto a ser aplicado, pois a moldeira poderá ser aproveitada.

Analisando custo/benefício, optei por fazer o clareamento caseiro, embora o resultado seja o mesmo, preferi aplicar o produto em doses homeopáticas do que colocar tudo de uma vez. Tenho medo do dente ficar sensível, mesmo o médico dizendo que o risco é pequeno. E também pensando no bolso. Pra quem já passou tanto tempo com o dente amarelado, esperar alguns dias não vai fazer tanta diferença assim.

Antes de iniciar o clareamento, vamos fazer uma limpeza dendal, e depois do tratamento, vamos fazer a troca de uma resina, porque a beleza aqui, quando criança, caiu de boca no chão e quebrou o dente da frente! E só depois do clareamento é que o dentista vai poder ver qual a cor do dente para trocá-la.

E a parte mais importante! E se eu ficar grávida? Perguntei ao dentista se o tratamento poderia ser continuado caso eu engravide durante o tratamento. Ele me aconselhou a fazer antes, mas não tem nada que impeça o uso, pois o produto atinge externamente, MAS, que qualquer tratamento em gestante só deve ser continuado com o aval do obstetra!

Como eu já consultei com a obstetra que eu escolhi para me acompanhar, perguntei a ela se caso eu engravidasse, se eu poderia dar continuidade ao tratamento. Como moramos em cidade pequena e a maioria dos profissionais de saúde se conhecem, ela perguntou quem era o meu dentista e qual seria o tipo de clareamento a ser feito. Como o dentista informou que não havia nenhuma contra indicação para grávida na bula do produto, ele disse que caso eu engravidasse durante o tratamento, eu poderia dar continuidade, e com base nestas informações, a obstetra também liberou. Até porque, é difícil descobrir a gravidez logo no início, e o tratamento dura em média 20 dias. Perguntei mais por precaução. Afinal, a dúvida existia e havia dois profissionais para saná-la.

Isso é muito sério! O médico que deve dar permissão para dar prosseguimento a qualquer tipo de tratamento em grávida é o obstetra. Só ele é quem faz o acompanhamento de saúde da gestante e tem condições de continuar ou interromper qualquer tipo de tratamento.

Então, vou para a próxima fase: deixar os dentes branquinhos! Mas só daqui a duas semanas, porque eu acabei de ligar no consultório e o médico viajou! E quando ele voltar os dentinhos da foto voltarão a ser branquinhos 🙂

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Primeira Consulta com Obstetra

Para muitas mulheres esta consulta só ocorre após o descobrimento da gravidez. Como eu estou “tentando” planejar a minha gestação, já marquei a minha primeira consulta. Digo “tentando”, pois a maternidade me parece uma caixinha surpresa, onde eu posso planejar do meu jeito e as coisas saírem de outro. Ou talvez porque eu escute de muitas mães que não adianta planejar nada pois nada vai sair do jeito que eu quero. Mas, pra mim, só vai sair tudo diferente se eu não fizer nada para me programar e me planejar.

Os palpites antes da maternidade

Não fico criando expectativas de que tudo vai sair perfeitamente como planejado, mas o que estiver ao meu alcance eu faço e continuarei fazendo. Não posso deixar que a frustração dos outros ditem a forma que eu quero levar a minha vida. Quando eu resolvi que queria ser mãe, Quando eu quis ser mãe eu me programei para perder 14 quilos, deixar de tomar refrigerante, ter uma alimentação mais saudável e começar a praticar exercícios físicos. Ajustando o peso, benefícios da caminhada Emagreci, parei de tomar refrigerante, estou me alimentando melhor e comecei a praticar exercícios físicos: Akelly 4 x 0 Frustração. Por enquanto estou ganhando…. hahahaha 

Estágios da preparação para a maternidade – Alimentação

A próxima meta é diminuir o consumo de café, doces e farinha branca. Mas depois eu conto este resultado, como resolvi este final de semana não posso considerar muito este progresso. Mas comecei a substituir o café por chá e o sorvete por açaí.

Voltando a consulta com o obstetra, estou na fase de ansiedade. A consulta está marcada há uns 20 dias, faltam 3 dias e estou apresentando sinais de ansiedade.

Eu ainda estou usando um método de barreira Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena  e antes de retirar resolvi conhecer os obstetras que atendem na minha cidade, para eu poder fazer esta escolha com calma. Como a cidade é pequena e não são muitos os obstetras que atendem pelo meu plano de saúde, só ficou faltando eu conhecer uma obstetra, (o restante eu passei em consulta ginecológica e já tenho uma opinião), acho que estou criando um pouco de expectativa e espero que esta não seja a minha primeira frustração.

Itens que pretendo avaliar na escolha do (a) obstetra:

  • Posicionamento sobre parto natural – esta é a minha primeira opção;
  • Disponibilidade de horários para consulta – não quero ter que esperar dois meses pra marcar uma consulta;
  • Afinidade – sim, é uma pessoa que vai trazer minha criança ao mundo, eu quero ter afinidade com ela;
  • Se indica formas pra uma gestação saudável;
  • Se vai fazer pedidos de exames para mim e meu marido;
  • Se vai me tratar bem, com carinho, se vai explicar direitinho como vai ser daqui pra frente esta fase de tentativas, se não vai querer me entupir de vitaminas sem ao menos saber do que eu preciso, e
  • E acredito que na hora irão surgir aspectos novos para eu poder avaliar.

Assim que eu sair da consulta eu volto aqui para contar se as minhas expectativas foram atendidas. E se eu gostar do atendimento, quem sabe não tiro o DIU?

Para a consulta vou levar o resultado dos meus últimos exames (fiz exames ginecológicos de rotina no primeiro semestre deste ano) e se nos entendermos bem já aproveito a presença do marido para retirar o DIU. Pra colocar doeu, pra retirar deve doer também, e bom ter uma mão para apertar enquanto sinto dor.

Ah, e por falar em marido, sim, eu vou levar o meu nesta consulta, além dele ser o meu marido, que me acompanha e está sempre ao meu lado, vai ser o pai do bebe, então ambos temos que nos sentir confortáveis com a escolha do (a) obstetra. E eu preciso de alguém ao meu lado pra me lembrar do que foi dito. As vezes a minha ansiedade atrapalha a minha concentração. Então é melhor garantir que o que foi dito na consulta será lembrado depois de uns meses.

Alimentação antes da gestação

Eu não sei se eu vou conseguir engravidar com um mês, com um ano, ou se eu nem vou conseguir engravidar. Mas eu sei que eu estou fazendo o meu melhor. Não me importo com o resultado, me importo com o meu esforço para alcança-lo, o que depende de mim estou fazendo, o que não depende, eu peço a Deus para faça o que for melhor para o meu bem e para a minha felicidade.

Os riscos de uma gravidez com DIU

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Depilação a laser na gestação

Uma das coisas que eu queria depois da vida adulta era fazer uma depilação definitiva. Ô coisinha que me tira a paciência é a tal da depilação. Com lâmina não me dou muito bem, geralmente me machuco e os pelos ficam cada vez mais grossos, com maquininha acho que não fica bem feito, creme depilatório não me adaptei bem, então pra mim restou a opção de cera, que dói! Meu pelos nunca foram amigáveis comigo. Sempre encravam, dá foliculite, são muitos, são grossos. Ou seja, tudo o que eu não queria. É muito pedir pelos finos, poucos e loiros? Não né? Mas eu não tive esta sorte, então tive que aprender a conviver com a dor da cera e o incômodo de esperar o pelo crescer.

Há um tempo eu resolvi tentar um método definitivo, mas de definitivo não teve nada. Passei pelo incomodo de ter que depilar com gilete, de não tomar sol, e por fim não resolveu. O método que eu usei foi luz pulsada. Não estou dizendo que ele não é eficaz, estou dizendo que em mim não foi. O que é bom para uma pessoa, pode não ser para outra. Por isso existem vários tipos de procedimentos estéticos, para se adaptar a cada tipo de pessoa.

Como a maternidade está se aproximando em minha vida, (pretendo tirar o DIU em breve – Leia aqui: Prevenindo a gravidez com DIU Mirena), resolvi tentar eliminar os pelos novamente. Estou tentando eliminar os possíveis problemas na gestação. E acredito que ter que ir fazer depilação com um recém nascido em casa, ou com uma barriga do tamanho de uma melancia não deve ser uma das melhores experiencias. Então resolvi fazer a depilação a laser, e desta vez espero que seja definitiva.

Antes de iniciar o tratamento, fiz uma pesquisa para saber se podia ser feito em mulheres grávidas.

Encontrei as duas respostas: SIM e NÃO. Alguns médicos dizem que pode ser feito em gestantes pois o laser penetra em apenas alguns milímetros na pele da mãe, o que não causaria danos ao bebê, e outros que não, pelo fato de não poder fazer testes em mulheres grávidas, então não é possível afirmar que não será prejudicial. E ainda tem a questão hormonal. Muitas mulheres ficam com a pele manchada durante a gestação e o laser poderia agravar as manchas de pele.

Dadas as informações que eu obtive com  a minha pesquisa, optei por iniciar o tratamento agora, comecei em julho/2018, e pretendo tirar o DIU em dezembro/2018. Antes de iniciar o tratamento, conversei com a profissional que iria realizar o procedimento e tirei todas as minhas dúvidas. Fui pra casa, continuei pensando no assunto, conversei com meu marido, mais dúvidas surgiram, voltei, conversei novamente, até que todas as dúvidas foram esclarecidas. Quando vamos fazer um procedimento, não podemos ter medo ou vergonha de perguntar nada, temos que pensar bem no assunto e se informar o máximo possível. Das minhas dúvidas em relação ao laser foi esclarecido o seguinte:

  • O laser não elimina 100% dos pelos, consegue eliminar algo em torno de 80%;
  • Durante o tratamento não pode ser feita depilação com cera ou qualquer método que retire a raiz do pelo;
  • Os pelos brancos e os mais clarinhos não são eliminados (conseguem ser enfraquecidos);
  • Após o término do tratamento pode ser feita a depilação com cera (dos 20% que normalmente ficam para trás);
  • Não é recomendado tomar sol durante o tratamento (na clínica que eu estou fazendo, fui orientada a passar sempre protetor solar nas áreas depiladas, e caso durante o tratamento eu resolva tomar sol, devo avisar com antecedência para ajustar a data das sessões para não ocorrer o risco de estar bronzeada no dia da sessão, e se tiver eles fazem o clareamento da área a ser depilada). Ah, o ideal e não estar com a pele bronzeada pois o laser age na melanina, e se a pele estiver bronzeada, o laser não distingue a melanina do pelo com a da pele, e pode ocorrer queimaduras. Por isso o ideal é fazer no inverno. É, comecei tarde! Mas vai dar certo.
  • Se eu engravidar antes de terminar o tratamento, suspendemos as sessões e retornamos após o parto (o tratamento será pausado e retomado, não se perde o progresso das sessões anteriores);
  • Não é recomendado o tratamento a laser durante a gestação por causa da alteração hormonal, e pode acontecer de manchar a pele.

O mais importante é que a mulher sempre tem que escolher o método que for mais confortável para ela. Pra mim, sempre foi a cera. Mesmo tendo o incômodo da dor, o pelo ficava mais fino e podia passar alguns dias sem me preocupar com a depilação. Durante a gestação, a mulher deve estar atenta aos cremes depilatórios que durante a gestação pode causar irritação, se optar pela lâmina, ter o cuidado para não se ferir, para não causar infecção ou irritação, principalmente nas áreas próximas a mucosas, e se a opção for cera quente, se atentar a temperatura para não causar queimaduras.

Na minha busca por informação, me deparei com este E-book sobre Gravidez saudável. Onde constam algumas respostas para as dúvidas mais comuns: varizes, estrias, tinturas, alimentação, exercícios, rotinas do pré-natal, e também sobre a depilação na gestação. Eu sei que na internet temos muitos conteúdos gratuitos, mas temos que ficar atentas as qualidades das informações, e achar as dúvidas compiladas em um único lugar pode facilitar um pouco, para termos um ponto de partida. Abaixo tem um E-book para quem quiser conhecer… Se na página inicial já podemos contar com algumas informações importantes, imagina o que tem no livro!!!! Clique na imagem e confira!

 

 

 

 

Informação é tudo!

E se você já teve alguma experiencia sobre depilação na gestação? Compartilhe sua experiencia. Multiplicando informações e experiencias podemos formar uma rede de apoio e de amor. Deixe seu comentário, envie um email, comunique-se!

 

Agosto Dourado – Aleitamento Materno

No mês de agosto era comemorada a semana do aleitamento materno, mas acredito que dada a importância do assunto, expandiram a comemoração para o mês inteiro. E hoje é conhecido como Agosto Dourado! A cor deste mês não poderia ser melhor, afinal, o leite materno para as crianças valem ouro! O slogan deste ano é “Amamentação é a base da vida“.

E se você está amamentando ou conhece alguém que esteja, pode contar com a ajuda deste e-book na sua jornada:

E-book Uma Boa Amamentação
 Sua visão sobre amamentação mudará depois de ler este E-book.

Indicado para mamães de primeira e segunda viagem.

– Como amamentar da maneira correta?
– Como não prejudicar o bebê?
– Dor na hora de amamentar?
– Extravasamento do Leite?
– Obstrução dos ductos?

Essas e outras questões serão abordadas no
E-book Uma Boa Amamentação.

A campanha do Ministério da Saúde em prol do aleitamento materno é para incentivar o aleitamento exclusivo até os seis meses de vida, bem como a sua doação, que é distribuída aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso. Dependendo do peso do prematuro, 1 ml de leite é suficiente para nutri-lo cada vez que for alimentado.

Para mais informações sobre a doação, acesse o site do Ministério da Saúde:

http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-da-crianca/aleitamento-materno/doacao-de-leite-materno

Como é um mês dedicado ao aleitamento, as cidades, grupos, governo e mães, se mobilizam para a conscientização do aleitamento materno. Não só a sua importância é divulgada, mas também técnicas e métodos de amamentação. Quem já amamentou sabe que esta não é uma tarefa fácil.

Amamentar pode ser cansativo, exaustivo, desgastante e até enlouquecedor (eu digo pode ser, pois ainda não passei por isso, são constatações a partir de relatos de algumas mães). E existem algumas técnicas e métodos que podem auxiliar as mamães nesta fase. E neste período se intensificam as informações sobre a amamentação.

Procure na sua cidade os postos de saúde ou casas de apoio. Hoje com a humanização dos partos, existem muitas doulas e enfermeiras obstetras que fazem palestras, muitas delas gratuitas, para auxiliar as mães que desejam amamentar  tem dúvidas, medos, insegurança.

O interessante é que toda a família participe e se conscientize que o aleitamento materno é a melhor escolha para a mãe e para o bebê. Amamentar melhora a relação entre mãe e filho, ajuda na recuperação do parto, aumenta a resistência e imunidade da criança.

Muitas pessoas ainda nutrem o mito de leite fraco, que não sustenta, que a criança está com fome. O maior problema que eu vejo, é que normalmente as mães acabam ficando muito sobrecarregadas ao cuidar de um bebê, da casa, da roupa, da comida. Então acaba sendo mais fácil alguém falar pra essa mãe complementar com fórmula, do que se oferecer para limpar uma casa, fazer uma comida ou lavar uma roupa e deixar esta mãe amamentar em livre demanda.

Os pais tem que conversar a respeito da rotina da casa, afazeres domésticos, e principalmente, se for o caso, informar ao restante da família a decisão de aleitamento exclusivo. É importante que as pessoas que convivem com a mãe e o bebê, entendam e respeitem isso, para evitar palpites desnecessários. As vezes a mãe está com dificuldades para amamentar e precisa apenas de uma orientação para melhor a pega, mas se tem alguém buzinando na sua orelha que dar fórmula é mais fácil, no desespero ela pode acabar cedendo e não completando o aleitamento exclusivo.

Eu já estou começando a ensaiar a minha cara de alface pra caso alguém me incentive a dar fórmula para o meu filho.

Mas é isso, a amamentação não é uma tarefa fácil, mas certamente é bem gratificante. Sempre fui encantada com a possibilidade de produzir um alimento que vai sustentar, nutrir, dar resistência e imunidade para o meu filho. Pra mim, é uma das mágicas da maternidade!

No link abaixo, extraído do site do Ministério da Saúde, tem algumas recomendações e orientações em relação ao aleitamento materno. Sempre busque a informação de fontes seguras. Não sou médica, nem da área da saúde, mas no intuito de orientar a maior quantidade de pessoas, coloquei o site que eu acredito ser o mais confiável, se tratando de saúde!

http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-da-crianca/aleitamento-materno

Ah, e pais, vocês não podem amamentar, mas podem auxiliar em todo o processo: pegar bebê, colocar pra arrotar, devolver para o berço, levar água para a mãe enquanto amamenta, deixá-la confortável.

Programação do Agosto Dourado na Prefeitura de Araras:

http://araras.sp.gov.br/noticias/20552

Em Araras/SP podemos contar com o Espaço MAMA idealizado pela Enfermeira, consultora em amamentação e doula, Lilian Peripato

https://www.facebook.com/EspacoMAMA/

E a sua amamentação? Como foi? Como está sendo? Compartilhe sua experiencia. Multiplicando informações e experiencias podemos formar uma rede de apoio e de amor. Deixe seu comentário, envie um email, comunique-se!

Estágios da preparação para a maternidade – Alimentação

Não sei bem ao certo quando começou a minha preparação. Acho que começou inconscientemente em uma vontade de melhorar minha vida em diversos aspectos. Leia aqui: Quando eu quis ser mãe

O primeiro deles, acredito eu, que foi em relação aos hábitos saudáveis de vida. Penso que para colocarmos alguém no mundo, temos que nos preparar para isso. Prepararmos o nosso corpo e os nossos hábitos. Amo batata frita, torresmo, bacon, pizza e guloseimas em geral, mas sei que isso nem de longe vai fazer bem para um ser humano que acabou de chegar a este mundo e não tem os seus órgãos funcionando em sua plenitude.

Iniciei o ano de 2015 pesando quase 65kg, pra minha altura de apenas 1,58m é um peso bem acima do que seria ideal, ou pelo menos do que eu considero ideal para mim. Estava vivendo uma fase em que eu e meu esposo tínhamos uma hamburgueria, e o hambúrguer era muito bom. Então, acabava comendo 4x por semana hambúrguer, batata frita e refrigerante, as segundas eram determinadas o dia da pizza, cervejas e frituras aos finais de semana e raramente contávamos com uma salada ou fruta nas refeições. Normalmente comíamos quando íamos na casa da sogra. Ou seja, bem de longe uma rotina de alimentação saudável.

Em meados de 2015 vendemos a hamburgueria e as coisas começaram a voltar ao normal. As caminhadas no final da tarde voltaram a ser rotina, começamos a fazer salada no pote para almoçarmos, introduzimos mais frutas, verduras e legumes nas refeições, ensaiei para aprender a fazer comidas mais saudáveis, as bebedeiras foram diminuindo… Enfim, hábitos saudáveis começaram a fazer parte na nossa rotina.

Eu não parei para pensar: “Quero ter um filho. Vou mudar meus hábitos”. Mas acredito que foi algo inconsciente, até porque nesta época eu estava decidida a não ter filhos. Até coloquei um DIU Mirena para evitar a gestação. No fundo acho que coloquei o DIU para me dar uma prazo: “Tenho cinco anos para decidir se engravido quando tirar o DIU, ou se coloco outro e desisto de vez da maternidade”. Leia aqui: Quando eu não quis ser mãe

Mas hoje acredito que esta mudança de hábito tenha feito uma diferença muito grande na minha vida. Quando eu pensava em ter filhos, eu sempre disse que queria estar pesando 50kg antes de engravidar, para ter uma margem para engordar…hahaha bobeira né? O que importa é estar bem de saúde, física e mental. Não fiquei neurótica com peso, continuei comendo as coisas que eu gosto, mas aprendi a comer com moderação. Antes eu comia até acabar a comida que tinha na minha frente, hoje eu como até me satisfazer. Consegui emagrecer 14kg, ainda não tenho a rotina de vida saudável que eu espero ter um dia, mas estou mais perto do que antes. Leia aqui: Alimentação antes da gestação

As aulas de culinária ficaram para trás, as saladas no pote também, mas consigo fazer escolhas melhores do que antes. Sei que tem muita coisa que preciso mudar, mas o que consegui até agora é um grande avanço. E devemos nos alegrar a cada conquista, cada vitória, cada passo para frente.

Eu pretendo chegar um dia em que algum problema não interfira na minha rotina alimentar. Porque hoje interfere e muito. Se estou preocupada, ansiosa, eu já passo a não querer ir ao mercado, não querer cozinhar, lavar a louça, programar e preparar as minhas refeições. Mas as mudanças acontecem aos poucos em nossa vida, e não adianta querer mudar hábitos de uma vida inteira do dia para a noite.

Eu acredito muito na rotina, com rotina você pode fazer escolhas melhores e usar melhor o seu tempo. Uma rotina e planejamento de alimentação pode trazer muitos benefícios ao organismo e ao dia a dia.

Se você consegue fazer um planejamento alimentar, ao acordar você já terá definido como será o seu café da manha, o seu almoço, os seus lanches e o seu jantar. Sendo assim, ao invés de cada refeição, você parar pra pensar: o que eu vou fazer, ou como vou fazer, você já tem o cardápio definido, os ingredientes em mãos e só colocar a mão na massa.

Há uma economia de tempo e energia. Nos desgastamos ao pensar em cada item da refeição, em como elaborar, e na hora de executar, já começa a bater o desânimo em fazer. Pelo menos é o que acontece comigo! As vezes usar a terceira pessoa para se definir parece mais interessante..rs

Mas é isso. Uma mudança alimentar, para mim, precisa de rotina, de planejamento, de disciplina. Não estou dizendo que parei de comer todas as guloseimas gostosas do mundo, mas reduzi a frequência e quantidade! Mesmo nos dias de mais falta de vontade de cozinhar ou ir ao mercado, tento colocar uma fruta, uma verdura, ou legume nas refeições. Para o meu organismo lembrar que isso é importante e precisamos deles para nos manter firme e forte!

E você? O que tem feito para melhorar a sua alimentação? Compartilhe sua experiencia. Multiplicando informações e experiencias podemos formar uma rede de apoio e de amor. Deixe seu comentário, envie um email, comunique-se!

As energias e a chegada de uma criança.

“Seu padrão vibratório é a sua sentença”.

Esta foi uma das primeiras frases que li este ano, e foi a que mais me chamou a atenção. Se o seu padrão energético é bom, provavelmente colherá bons frutos, mas se ele for ruim, está na hora de mudar. E elevar a energia que está ao seu redor.

Como ainda não tenho filhos, pretendo ter no mínimo um ambiente acolhedor para receber uma criança em meu lar. Se as coisas não estão devidamente ajustadas, com o casal, família e amigos, é melhor ajustá-las antes de inserir a criança nesta convivência.

Os palpites antes da maternidade

Talvez nunca alcançaremos um nível de harmonia total, mas temos que buscar a harmonia com pelo menos as pessoas que farão parte do dia a dia desta criança.

Não é justo com a criança e nem conosco. Se está difícil ajustar as energias sem uma criança, com um recém nascido será um tanto quanto mais complicado.

A criança que está chegando precisa de amor, paz, harmonia… Quanto mais amor melhor. Em todos os nossos relacionamentos passamos por alguns momentos conturbados, seja com pais, cônjuges ou amigos. Então, restaure o equilíbrio, renove a energia e purifique o seu coração.

Esse bebezinho que vai chegar certamente vai preferir contar com toda a energia positiva de todas as pessoas que a rodeiam.

Seu filho pode ajudar em casa!

Durante um tempo eu pensei em proibir todas as visitas, não ia querer ninguém visitando a mim ou ao meu bebe. Ia querer paz, sossego, calma. Mas comecei a perceber que eu vou precisar de boas energias ao meu redor. E que o bebe vai gostar de saber que ao chegar neste mundão de Deus, várias pessoas foram visitá-lo, que estavam ansiosos por conhecê-lo. E que por mais que eu quisesse me isolar, um ou outro ia acabar por não entender, e mesmo assim iria. E isso poderia me aborrecer. Então, mudei o meu padrão vibratório e decidi aceitar com muito amor todas as pessoas que quiserem ir nos visitar! Seja em casa ou no hospital.

Então agora é só se programar pra isso. Sei que nem todo mundo tem muito bom senso em relação aos horários das refeições, ou uma visita que era rápida pode acabar se estendendo. E pra isso não gerar aborrecimentos, é deixar fácil o telefone de uma padaria e uma pizzaria que faça entrega 🙂

E assim a vida segue. Vamos tentar transformar o nosso padrão vibratório para que a nossa sentença seja boa, agradável e nosso fardo seja leve!

Alimentação antes da gestação

Pra quem está chegando agora, o objetivo da página é registrar informações sobre a maternidade. Ainda não sou mãe, nem estou tentando engravidar, mas quero me cercar de informações antes de entrar neste mundo da maternidade.

E hoje a minha busca foi pela alimentação. Quando decidi que queria ser mãe (Acompanhe aqui: Decidi que quero ser mãe! E agora?comecei algumas mudanças de hábitos em relação a minha alimentação, emagreci um pouco, comecei atividade física (mas surgiu uma obra no meio do caminho e dei uma pausa), pois percebi que se eu queria engravidar em um futuro não tão distante, afinal, 2021 já está bem aí, eu tinha que me adaptar e me preparar.

O mundo está mudando, e está mudando muito rápido. Abrimos mais embalagens para comer do que cortamos ou descascamos os alimentos, e decidi que quero ser uma pessoa mais saudável e natural, e ter filhos mais saudáveis e naturais (coloquei no plural porque acho bonitinho, mas por enquanto quero só um mesmo).

E nesta busca por informações sobre a maternidade e alimentação, vi que a maioria das mulheres fazem a suplementação de vitaminas, ácido fólico e algumas outros nutrientes. Mas, se tem na natureza e disponível na feira ou no mercado, penso que é melhor comprar lá do que na farmácia.

————ÔMEGA 3————

Um dos itens que fazem parte do cardápio de receitas de suplementação é o ômega 3, que auxilia na produção de prostaglandinas responsáveis pelo controle da pressão sanguínea e da coagulação. Atua no desenvolvimento neurológico e visual do feto e atua na precaução de pré-eclâmpsia e parto prematuro. Vou citar alguns dos seus benefícios – lembrando que estas informações foram feitas a partir de buscas em sites diversos, portanto, qualquer ingestão de alimentos ou suplementação deverá ser conversada com seu médico ou nutricionista, que poderão orientá-la quanto ao melhor método para você!

1. Regulagem de algumas atividades fisiológicas

Esses compostos podem colaborar na função de diversos processos fisiológicos, como na coagulação do sangue, funcionamento dos rins, regulagem da pressão sanguínea, produção de outros hormônios e melhor funcionamento do sistema gastrointestinal.

2. Prevenção de doenças cardíacas

A produção das prostaglandinas também é muito importante para proteger seu corpo contra doenças cardíacas. Ao regular a quantidade destes hormônios, os ácidos graxos do ômega 3 trabalham como um anti-inflamatório protegendo não só o coração, mas também outros órgãos vitais.

3. Equilíbrio das mudanças de humor

Outro benefício do ômega 3 na gravidez é o de melhorar as tão temidas mudanças de humor.

Especialistas afirmam que a dose certa de ômega 3 pode ajudar a prevenir e tratar alguns sintomas das alterações de humor durante a gravidez, como maior irritabilidade e depressão.

4. Prevenção de diversas doenças

O consumo regular de ômega 3 pode ainda ajudar a futura mamãe a evitar um grande número de doenças, principalmente as relacionadas a inflamação e ação dos radicais livres.

Artrite, doenças gastrointestinais e até o câncer podem ser evitados graças às ações anti-inflamatórias dos ácidos graxos da família ômega 3.

5. Melhor desenvolvimento do bebê

O ômega 3 já foi associado em diversas pesquisas ao desenvolvimento neurológico e óptico do bebê. Os ácidos graxos EPA e DHA, ambos da família do ômega 3, foram relacionados com o desenvolvimento saudável das funções cognitivas e visuais do bebê desde a barriga até os 6 meses de idade.

6. Impacto positivo na saúde da gestante

Outro benefício que os ácidos graxos EPA e DHA podem proporcionar na gestante é a prevenção do parto prematuro e de alguns problemas durante o parto.

Além disso, diminui os riscos de epilepsia na gestante e pode auxiliar no ganho de peso saudável do bebê. A deficiência de ômega 3 na gravidez pode gerar depressão e alterações de humor pós-parto.

Alimentos ricos em ômega 3: peixes de água fria, sardinha, arenque, salmão, atum, sementes de chia e linhaça, nozes.

————VITAMINA E————

Na minha busca encontrei uma informação divina: Vitamina E para evitar estrias. Quem quer ficar com um mapa hidrográfico na barriga depois que o bebe nascer? Eu não, obrigada!

A vitamina E, chamada tecnicamente de tocoferol, é uma das vitaminas lipossolúveis (que dependem de gordura para absorção) necessárias para o bom funcionamento do organismo. Essa vitamina possui potente ação antioxidante, conferindo proteção à membrana que reveste as células do corpo e também para as lipoproteínas, que são responsáveis por transportar o colesterol no sangue, dessa forma previne a oxidação causada pelos radicais livres, que podem levar a formação das placas de ateroma, que obstruem a passagem de sangue nas artérias.

Benefícios da vitamina E:

  • Pode ajudar na melhora da fertilidade;
  • Pode contribuir para o controle do LDL (considerado o “mau” colesterol quando elevado);
  • Tem propriedade anti-inflamatória;
  • Pode melhorar a capacidade cognitiva;
  • Contribui para proteção do cérebro;
  • Rejuvenescimento e cicatrização da pele;
  • Destaca-se o efeito antioxidante por ser considerado um dos melhores para controle dos radicais livres.

Alimentos ricos em vitamina E: brócolis, espinafre, couve, tomates, pimentões, aspargos, azeite de dendê, amendoim, semente de girassol, amêndoas, abacate.

Agora a dica pra vida: Combinar alimentos ricos em ômega 3, com comidas ricas em vitamina E é uma boa ideia, isto porque estes ácidos graxos oxidam com muita facilidade, perdendo as suas propriedades.

Então, para aproveitar todos os nutrientes do ômega 3, é só combinar o peixe com o azeite de dendê, resultado: moqueca baiana!

27/10/2016. Crédito: Jhonatan Vieira/Esp.CB/D.A Press. Brasil. Brasília – DF. Gastronomia. Moqueca de peixe e frutos do mar com farofa no restaurante Manzuá, no Lago Sul.

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